Não é mesmo nas montanhas que se tropeça
Na antevisão a esta partida, o nosso colega Petrov, avisou e bem, que não é nas montanhas que se tropeça e que este seria um jogo "traiçoeiro". Não podia ter mais razão. Sem Hulk e Álvaro Pereira, fomos durante a maior parte do tempo uma equipa sem soluções, sem chama...e sem ponta de lança.
Nós tínhamos avisado, ninguém nos pode acusar de nos referirmos à questão do ponta de lança apenas agora, quando as coisas correm mal. A verdade é que hoje, num jogo em que Kleber foi pouco mais de 0, jogamos 45minutos sem uma referência na área. O único jogador que aparecia com alguma frequência nessa posição era Chistian Rodríguez, mas...foi substituído a faltar 20min.
Os primeiros 45minutos foram uma nulidade total. Só me consigo lembrar de uma oportunidade, mas Belluschi fez questão de a desperdiçar de modo desplicente ao rematar fraco e ao lado. Aquilo era quase um penalty...
Na segunda parte, como se exigia, a atitude foi diferente - para melhor. Tentámos, mas a bola batia sempre no ferro ou em algum jogador do Feirense. Guarín, finalmente, exibiu-se perto daquilo que mostrou na época passada, e Varela parece estar um bocadinho mais alerta. Walter ainda foi aquecer, mas acabou por não entrar..mas então, se o rapaz não é opção..vamos mesmo fazer uma época inteira só com o Kleber? Não quero acreditar...
NOTAS INDIVIDUAIS
+ Guarín: na primeira-parte foi mais um que andou para ali a dormir. Mas na segunda jogou, e jogou muito. Sentou várias vezes os defesas do Feirense e só lhe faltou...o Falcao na área.
+ Christián Rodríguez: acordou para a vida. Ninguém se engane: ele sabe que esta época acaba contracto, e se quer seguir para um bom clube, tem de fazer pela vida. É o que está a fazer. Continua a ter aqueles lances de jogador estúpido, que me apetece entrar pela televisão dentro e dar-lhe um cachaço, mas até foi dos melhorzinhos hoje.
+/- Mangala: Fazendo uma retrospectiva geral, pareceu-me também dos menos maus. Bom no jogo aéreo, muita velocidade (parece-me ser a principal característica) e muita agressividade, talvez excessiva. Parece-me um ponto onde o francês tem de trabalhar, porque senão arrisca-se a não terminar a maior parte dos jogos.
- Kleber: em dia não. Tocou poucas vezes na bola, e quase sempre mal. Acabou substituído ao intervalo..normal.
- James Rodríguez: pelo que tem feito custa-me dar-lhe um 'menos'. Afinal, ele só tem 19(!) anos. É mais novo que eu, e hoje teve a responsabilidade de orientar o ataque de uma equipa vencedora da Liga Europa e Campeã Nacional. Excesso de responsabilidade em cima dele, claramente. Acabou por perder a cabeça no final. Compreendo-o. Eu secalhar tinha feito pior, depois daquele jogo e depois daquele lance ter sido travado da forma que foi pelo ex-portista Rabiola...
- Vítor Pereira: à nora. Acho que é o termo mais indicado. Tirou Kleber, meteu Varela. Ok, quem era o avançado? Rodríguez, James ou Varela? Não percebi. Depois, tirou Rodríguez meteu Defour. Ok, quem era o avançado? James ou Varela? Não percebi. Por fim, tirou Sapunaru e meteu Djalma. Ok, quem era o avançado? James, Varela ou Djalma? Não percebi. Tudo isto foi feito com o Walter no banco. Alguém percebeu?
Também podíamos ter perdido, é verdade. O Feirense é uma boa equipa. Resta trabalhar, colar umas capas de jornal no balneário, e ir para cima deles na sexta. Espero lá estar, e espero uma vitória convincente...
P.S. - Ele hoje marcou 3.
Atlético Madrid 1-0 Racing - Falcao por jimbrasalonso
Nós tínhamos avisado, ninguém nos pode acusar de nos referirmos à questão do ponta de lança apenas agora, quando as coisas correm mal. A verdade é que hoje, num jogo em que Kleber foi pouco mais de 0, jogamos 45minutos sem uma referência na área. O único jogador que aparecia com alguma frequência nessa posição era Chistian Rodríguez, mas...foi substituído a faltar 20min.
Os primeiros 45minutos foram uma nulidade total. Só me consigo lembrar de uma oportunidade, mas Belluschi fez questão de a desperdiçar de modo desplicente ao rematar fraco e ao lado. Aquilo era quase um penalty...
Na segunda parte, como se exigia, a atitude foi diferente - para melhor. Tentámos, mas a bola batia sempre no ferro ou em algum jogador do Feirense. Guarín, finalmente, exibiu-se perto daquilo que mostrou na época passada, e Varela parece estar um bocadinho mais alerta. Walter ainda foi aquecer, mas acabou por não entrar..mas então, se o rapaz não é opção..vamos mesmo fazer uma época inteira só com o Kleber? Não quero acreditar...
NOTAS INDIVIDUAIS
+ Guarín: na primeira-parte foi mais um que andou para ali a dormir. Mas na segunda jogou, e jogou muito. Sentou várias vezes os defesas do Feirense e só lhe faltou...o Falcao na área.
+ Christián Rodríguez: acordou para a vida. Ninguém se engane: ele sabe que esta época acaba contracto, e se quer seguir para um bom clube, tem de fazer pela vida. É o que está a fazer. Continua a ter aqueles lances de jogador estúpido, que me apetece entrar pela televisão dentro e dar-lhe um cachaço, mas até foi dos melhorzinhos hoje.
+/- Mangala: Fazendo uma retrospectiva geral, pareceu-me também dos menos maus. Bom no jogo aéreo, muita velocidade (parece-me ser a principal característica) e muita agressividade, talvez excessiva. Parece-me um ponto onde o francês tem de trabalhar, porque senão arrisca-se a não terminar a maior parte dos jogos.
- Kleber: em dia não. Tocou poucas vezes na bola, e quase sempre mal. Acabou substituído ao intervalo..normal.
- James Rodríguez: pelo que tem feito custa-me dar-lhe um 'menos'. Afinal, ele só tem 19(!) anos. É mais novo que eu, e hoje teve a responsabilidade de orientar o ataque de uma equipa vencedora da Liga Europa e Campeã Nacional. Excesso de responsabilidade em cima dele, claramente. Acabou por perder a cabeça no final. Compreendo-o. Eu secalhar tinha feito pior, depois daquele jogo e depois daquele lance ter sido travado da forma que foi pelo ex-portista Rabiola...
- Vítor Pereira: à nora. Acho que é o termo mais indicado. Tirou Kleber, meteu Varela. Ok, quem era o avançado? Rodríguez, James ou Varela? Não percebi. Depois, tirou Rodríguez meteu Defour. Ok, quem era o avançado? James ou Varela? Não percebi. Por fim, tirou Sapunaru e meteu Djalma. Ok, quem era o avançado? James, Varela ou Djalma? Não percebi. Tudo isto foi feito com o Walter no banco. Alguém percebeu?
Também podíamos ter perdido, é verdade. O Feirense é uma boa equipa. Resta trabalhar, colar umas capas de jornal no balneário, e ir para cima deles na sexta. Espero lá estar, e espero uma vitória convincente...
P.S. - Ele hoje marcou 3.
Atlético Madrid 1-0 Racing - Falcao por jimbrasalonso
Feirense x Porto: Antevisão
Começar a análise a este jogo é começar no que, para mim, pode vir a ser um elemento a ter em atenção no jogo de amanhã: a ausência do Incrível Hulk.
Não que tenhamos uma Hulkodependência (o Porto estar dependente de um jogador, só me lembro mesmo da 'Decodependência'), mas o Incrível é simplesmente decisivo. Ou com golos, ou com assistências ou então simplesmente a pôr as defesas contrárias completamente em frangalhos. E é que com Hulk em campo, todos os outros brilham mais facilmente. James, Moutinho, Defour e até Kléber têm estado bem, mas Hulk é o mais decisivo.
Ficando Hulk de fora, a pergunta impõe-se: como será o tridente de ataque ? James e Djalma nas alas com Kléber na frente ? Ou as alas ficam entregues aos dois Rodríguez ? Vítor Pereira, mais que ninguém, saberá gerir esta situação e eu confio nele para isso, cada jogo que passa confio mais na astúcia e coragem do nosso jovem treinador.

Agora as mudanças na defesa: Rolando substitui Maicon no onze e na convocatória e a tranquilidade do internacional português é uma mais-valia que não tivemos no jogo contra o Shakhtar. A ausência de Álvaro também não me preocupa por aí além. Acredito na super-forma de Fucile e que Sapunaru, recuperado de lesão, conseguirá fazer melhor na direita que aquilo que Álvaro tem feito nos últimos jogos.
Por último, uma palavra para o Feirense. Sendo uma equipa bem trabalhada por Quim Machado, com destaque para estes nomes: Paulo Lopes na baliza, é um guarda-redes que dá pontos e é muito difícil de bater; Ludovic é um extremo rapidíssimo, que pode causar complicações à nossa defesa; Rabiola, um avançado móvel, com boa técnica, que passou por nós sem sucesso, mas que em equipas mais pequenas é uma unidade a ter em conta.
Antes de recebermos os rapazinhos da Taça Latina na sexta-feira, temos que nos focar a 100% neste jogo. É importante fazer 15 pontos nas primeiras 5 jornadas e, talvez, aproveitar uma gracinha que o nosso Pedro Emanuel possa fazer este domingo. Sendo o jogo no Estádio de Aveiro, que em dois anos nos deu duas Supertaças, tenho menos medo do que se fosse no Marcolino de Castro, mas nunca fiando. Afinal, não é em montanhas que se tropeça ...
Uns furos abaixo
O Porto este ano está efectivamente muito, muito forte, e penso que é legítimo dizer que começamos também a acreditar que a equipa técnica tem capacidade para levar esta campanha a bom Porto.
Com jogadores como Hulk, James, Moutinho, Helton, Rolando, A. Pereira, Guarin, Fernando, etc., o nosso 11 é fortíssimo, talvez não ao nível de um Barcelona ou um Real, mas ao nível de muitas das grandes equipas mundiais.
O banco também é forte, com nomes como Varela, Defour, Belluschi, Fucile ou Rodriguez, sem esquecer as expectativa criadas pelo puto Iturbe – aparentemente a levar o mesmo tratamento que o James levou o ano passado – e pelos caríssimos Alex Sandro e Danilo, e sem esquecer Mangala, até porque um central internacional Francês normalmente é sinal de alguma qualidade.
Provavelmente por esta altura estarão a pensar que não concordam com jogadores que eu considero 11 ou banco, mas isso apenas demonstra a força do plantel.
Ainda assim, há jogadores que na minha opinião estão uns furos abaixo dos restantes, e que sinceramente não acho que tenham lugar num Porto Europeu.
E passo a nomear:
- Rafa – É um jogador simpático, e um dos poucos Portugueses do plantel. Teve azar de se ter lesionado com muita gravidade quando finalmente teve espaço no plantel, mas ainda assim do que vi não me pareceu uma alternativa credível ao Álvaro Pereira.
- Souza – O ano passado até começou bem, mostrou bons pormenores e muito pouca cultura táctica. O Fernando tem defeitos, mas ainda assim é demasiado superior ao Souza.
- Walter – Falta de habituação, excesso de peso e agora problemas familiares. Os motivos vão variando, mas a consequência é a mesma, não é uma aposta. E se não é uma aposta, porque raio está no plantel?
- Djalma – O novo Alan. Não acrescenta nada a um plantel que tem Hulk, James, Varela, Rodriguez e Iturbe.
- Bracalli – Não está ao nível de Beto, muito menos ao nível de Helton. Dúvido muito que este ano exista rotatividade na baliza.
- Maicon – O melhor para último. Sinceramente, durante quanto mais tempo vamos continuar a acreditar que o Maicon ainda chega lá? Ele tem tudo, capacidade física, altura, velocidade, etc., mas posicionalmente é péssimo! Os erros são muitos, mas há 2 que repetidos à exaustão: Falha de marcação nos cruzamentos vindos de bolas paradas e deixar-se antecipar por algum jogador que aparece pelas costas sempre que a bola pinga à frente dele. Já chega, não?
Há casos que aparentemente estão resolvidos, tais como Rafa e Souza, que com a chegada de Alex Sandro e Danilo deverão perder o pouco espaço que tinham na equipa. O mesmo se passa com Djalma, que aos poucos será substituído por Iturbe. As situações mais graves estarão na baliza, onde Bracalli não é suplente credível, na defesa, caso Mangala não se afirme e, obviamente, no ataque, onde Kléber ainda está tenrinho e o Walter não conta.
Ainda assim, não posso deixar de pensar que é um luxo achar que o único problema da equipa é termos uns suplentes uns furos abaixo.
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Uma espécie de Dragon Force Brasil
Começou esta quinta-feira o Centro de Treinos Dragão, com um milhão de metros quadrados, que tem Carlos Alberto Silva como director-técnico e que vai formar centenas de jovens
O F.C. Porto deu o passo decisivo para a construção de um projecto megalómano no Brasil: trata-se de um centro de treinos para formação de jogadores que se estenderá por... um milhão de metros quadrados. Chama-se Centro de Treinos Dragão e fica situado em Pará de Minas, em Minas Gerais.
Por detrás desta academia está Carlos Alberto Silva: o antigo treinador do F.C. Porto e da selecção brasileira idealizou o projecto, fez-se à estrada da vida e congregou vontades para colocar em cima de pilares a obra. O F.C. Porto recebeu de braços abertos a ideia e assegurou de imediato o projecto.
Quinta-feira foi dado o passo decisivo com a assinatura do protocolo de construção da academia. Carlos Alberto Silva falou ao Maisfutebol e frisou que é um sonho concretizado. «Já tinha a ambição de construir este Centro há muitos anos. Desde que deixei de treinar que comecei a trabalhar nisto».
Da parte do F.C. Porto, garante, recebeu o entusiasmo. «Falei com Pinto da Costa e ele abraçou de imediato o projecto. Comprou a ideia e disse que este projecto não podia ser de mais de ninguém, se não do F.C. Porto.» Esse foi de resto só o primeiro passo. «Deu um apoio muito grande em tudo.»
Contrariamente ao que chegou a ser dito, porém, Carlos Alberto Silva garante que este projecto não vai custar um investimento directo do F.C. Porto. Inicialmente foi referido que o clube ficaria responsável pela construção do estádio do Centro com capacidade para 15 mil pessoas. Tudo falso.
«O F.C. Porto não vai investir dinheiro, pelo menos não directamente, na construção», referiu. «O clube entra apenas com o know-how: dá o nome, dá a credibilidade, dá meios humanos e dá organização. O nosso pessoal vai estagiar no Porto e o F.C. Porto vem cá executar todas as ideias.»
Azul da cabeça aos pés
O nome do F.C. Porto foi de resto fundamental para conseguir colocar o projecto de pé. Um projecto que se estende, repete-se, por um milhão de metros quadrados, com um estádio para 15 mil pessoas, dez campos de futebol dentro do centro, mais três no exterior, e um hotel para centenas de jovens.
«É uma obra ambiciosa e que será motor de desenvolvimento da região. Vai criar mil postos de trabalho.» Por isso recebeu apoios do governo brasileiro, do governo regional e de várias empresas. O município, por exemplo, comprou o terreno por cerca de um milhão de euros e deu-a ao projecto.
«Quero formar para o F.C. Porto uma grande quantidade de jogadores do nível jovem, até à categoria júnior, e de nível intermédio, que são os sub-20. Queremos aproveitar o talento natural brasileiro, dar-lhe o método do Porto e formar grandes jogadores.»
De resto, o F.C. Porto dá o nome, dá o know-how e fica com um corpo de centenas de jovens para recrutar. «O F.C. Porto tem toda a primazia. Sempre que quiser um jogador, é só vir cá buscá-lo e pagar uma pequena indemnização ao Centro. Se não quiser, aí podemos negociá-los com outros clubes.»
Por fim, perguntou-se a Carlos Alberto Silva se tinha o sonho de ver um jogador formado no Centro de Treinos Dragão na selecção brasileira. «Tenho o sonho de ver muitos jogadores formados aqui no F.C. Porto, isso sim. O apoio do clube e a amizade de Pinto da Costa foram fundamentais neste projecto.»
in MaisFutebol
O F.C. Porto deu o passo decisivo para a construção de um projecto megalómano no Brasil: trata-se de um centro de treinos para formação de jogadores que se estenderá por... um milhão de metros quadrados. Chama-se Centro de Treinos Dragão e fica situado em Pará de Minas, em Minas Gerais.
Por detrás desta academia está Carlos Alberto Silva: o antigo treinador do F.C. Porto e da selecção brasileira idealizou o projecto, fez-se à estrada da vida e congregou vontades para colocar em cima de pilares a obra. O F.C. Porto recebeu de braços abertos a ideia e assegurou de imediato o projecto.
Quinta-feira foi dado o passo decisivo com a assinatura do protocolo de construção da academia. Carlos Alberto Silva falou ao Maisfutebol e frisou que é um sonho concretizado. «Já tinha a ambição de construir este Centro há muitos anos. Desde que deixei de treinar que comecei a trabalhar nisto».
Da parte do F.C. Porto, garante, recebeu o entusiasmo. «Falei com Pinto da Costa e ele abraçou de imediato o projecto. Comprou a ideia e disse que este projecto não podia ser de mais de ninguém, se não do F.C. Porto.» Esse foi de resto só o primeiro passo. «Deu um apoio muito grande em tudo.»
Contrariamente ao que chegou a ser dito, porém, Carlos Alberto Silva garante que este projecto não vai custar um investimento directo do F.C. Porto. Inicialmente foi referido que o clube ficaria responsável pela construção do estádio do Centro com capacidade para 15 mil pessoas. Tudo falso.
«O F.C. Porto não vai investir dinheiro, pelo menos não directamente, na construção», referiu. «O clube entra apenas com o know-how: dá o nome, dá a credibilidade, dá meios humanos e dá organização. O nosso pessoal vai estagiar no Porto e o F.C. Porto vem cá executar todas as ideias.»
Azul da cabeça aos pés
O nome do F.C. Porto foi de resto fundamental para conseguir colocar o projecto de pé. Um projecto que se estende, repete-se, por um milhão de metros quadrados, com um estádio para 15 mil pessoas, dez campos de futebol dentro do centro, mais três no exterior, e um hotel para centenas de jovens.
«É uma obra ambiciosa e que será motor de desenvolvimento da região. Vai criar mil postos de trabalho.» Por isso recebeu apoios do governo brasileiro, do governo regional e de várias empresas. O município, por exemplo, comprou o terreno por cerca de um milhão de euros e deu-a ao projecto.
«Quero formar para o F.C. Porto uma grande quantidade de jogadores do nível jovem, até à categoria júnior, e de nível intermédio, que são os sub-20. Queremos aproveitar o talento natural brasileiro, dar-lhe o método do Porto e formar grandes jogadores.»
De resto, o F.C. Porto dá o nome, dá o know-how e fica com um corpo de centenas de jovens para recrutar. «O F.C. Porto tem toda a primazia. Sempre que quiser um jogador, é só vir cá buscá-lo e pagar uma pequena indemnização ao Centro. Se não quiser, aí podemos negociá-los com outros clubes.»
Por fim, perguntou-se a Carlos Alberto Silva se tinha o sonho de ver um jogador formado no Centro de Treinos Dragão na selecção brasileira. «Tenho o sonho de ver muitos jogadores formados aqui no F.C. Porto, isso sim. O apoio do clube e a amizade de Pinto da Costa foram fundamentais neste projecto.»
in MaisFutebol





