Porto 2-0 Olhanense. Eu quero mais jogos destes!
Olá bom Porto. Seja bem-vindo a este campeonato, fique por cá mais uns tempinhos e no final fazemos uma festa.
Boa exibição azul-e-branca hoje. Um jogo a 90 minutos, com múltiplas situações ofensivas com perigo e uma quase nulidade de situações da Olhanense.
A equipa hoje esteve determinada e mostrou que está focada em ganhar o título. É sempre bom saber isto. Houve segurança na posse da bola (63%) e capacidade de acelerar na fase de definição dos ataques com criação de situações de golo, 25 remates e 12 deles dirigidos à baliza bem defendida por Fabiano (24 anos).
Aos 24', após canto, sobre uma bola à entrada e El Comandante aproveitou para fazer um golo que lhe é habitual, bola colocadinha e está feito o 1-0.
O 2-0 chegou aos 66', com Hulk numa triangulação com Moutinho faz diagonal para interior e altruísta ofereceu a bola a James que após simulação com o corpo remata cruzado e colocado.
As movimentações e dinâmica ofensiva que hoje aconteceu, a ter acontecido ao longo do campeonato, neste momento estaríamos a gerir vários pontos de vantagem na classificação. Não jogámos desta forma ao longo destes meses, esperemos que isso aconteça nas jornadas que restam, por incrível que pareça, basta ao FCP fazer 6 bons jogos na parte final do ano e sagra-se campeão.
A visão de jogo que houve demonstrada hoje em campo não pode estar dissociada para o avistar das finais que se avizinham e o avistar de algo tão grandioso como será mais um título nacional.
Hoje, até vi o Porto marcar a partir de um canto e criar mais 2 lances. Isto não é normal, habitual é não resultar em… nada.
Notas individuais:
Otamendi e Maicon – com a decisão pouco ortodoxa e talvez demasiado populista de deixar Rolando no banco. A verdade é que a dupla de centrais escolhida para hoje esteve segura. Otamendi usou a sua antecipação para fazer muitas interceções, Maicon imperial nas poucas vezes que a Olhanense chegou ao terço ofensivo. Ambos seguríssimos a dar início aos ataques do FCP tiveram uma eficácia de passe de 93% e foram os melhores (juntamente com Fernando) neste aspecto.
Fernando – Principalmente na 1ª parte, combativo e com fome de recuperar a bola para acabar com o resultado de 0-0 e continuou igual após o golo de Lucho com manifesta ambição para chegar ao 2-0. A eficácia de passe em que por vezes é criticado, hoje, foi altíssima.
Moutinho – Entrega, visão de jogo, classe nas recuperações, domínio e condução de bola e passes foram suficientes considerar que esteve num bom nível. Ainda tentou ali uns remates mal sucedidos mas isso não apaga a qualidade da exibição.
Janko – Não marcou nenhum golo, podemos dizer que um avançado existe para isso. Mas a verdade é que trabalhou muito e as suas movimentações foram preponderantes nos espaços que os colegas de equipa conseguiram encontrar. Por exemplo, no lance do 2º golo fez um movimento contrário ao da bola e arrastou consigo defesas.
Oh Vítor, hoje podes aplaudir!
Estando na dúvida sobre o resultado preferido para o jogo Benfica vs Braga, vou acabar por não ver o jogo e ficar à espera de um intenso Braga-Porto que se avizinha, confiante de que o Porto estará ao seu melhor nível e convicto de que o Braga independentemente do resultado de hoje estará também num bom nível.
Aos jogadores do Porto
Recebi este texto por e-mail, e depois disso já o vi "espalhado" por outros locais. Pelo seu conteúdo, sinto-me na obrigação de o partilhar também convosco.
O texto não é nosso. Percente ao Blog "Lá em casa mando eu" e quem o escreveu é uma grande adepta portista de Lisboa, cujo nome desconheço pois apenas se identifica no Blogger como "C".
Um obrigado também ao Miguel Lima do blog Tomo que teve o cuidado de enviar o texto por e-mail.
Sem mais..aqui fica:
Desisto. Já não há desculpas ou explicações rocambolescas que justifiquem isto. Não percebo, não consigo nem quero perceber, como é que vocês não querem ser campeões. Eu quero, muito mesmo, e claro que sei que ainda está perfeitamente ao nosso alcance, mas estou cansada de puxar por vocês e de ter tão pouco em troca.
Já todos sabemos que a época foi mal planeada. Ficámos sem treinador de repente, perdemos um grande avançado e alguém achou que o Kléber era jogador para o FCPorto. Se me esforçar muito, até consigo compreender a frustração de alguns de vós, mais interessados noutros voos, que nem sempre se traduzem em mais conquistas, mas certamente numa carteira mais recheada.
Também tenho consciência que o treinador não é grande coisa, que não tem garra, que parece estar sempre disposto a dar a outra face para levar ainda com mais força, e que não vos faz sentir os melhores do mundo. Sei ainda que não deve ser fácil a uma equipa que ganhou tudo manter-se motivada, ainda por cima quando os próprios adeptos, no nosso estádio, se portam como atrasados mentais de primeira.
Eu sei isso tudo, juro. Foi por isso que passei a época toda a defender-vos, a acreditar em vocês, a tentar encontrar respostas para a vossa mais do que evidente incompetência. Vocês perderam a Supertaça Europeia, mas, porra, era o Barça. Vocês levaram 3 da académica para a Taça de Portugal e eu desculpei-vos a vergonha. Vocês foram eliminados da Liga dos Campeões e eu fiz notar que a Liga Europa estava mais ao nosso jeito. Vocês foram eliminados da Liga Europa e eu ainda engoli isso, porque o city me parecia uma equipa incrível, com estrelas do outro mundo, até que vi a porcaria dos lagartos a ultrapassá-los descontraidamente. Vocês perderam pontos com feirenses, olhaneses, gil vicentes e académicas, mas eu não deixei passar os claros erros de arbitragem que não vos deixaram ganhar. Vocês não ganharam em alvalade e ao benfica em casa, mas deram-me uma grande alegria na luz.
Portanto, eu não merecia isto que vocês me fizeram em paços de ferreira. Eu não merecia que pedissem a minha força, a força que já me falta, para depois fazerem aquela figura. Sabem porquê?
Porque vocês dizem e escrevem por aí que Somos Porto, mas vocês não são do Porto como eu. Podem ser durante uns tempos, dar-nos muitas alegrias e viver isto mais ou menos como os verdadeiros. Mas eu sou do Porto desde sempre e para sempre. Sou eu que estou lá nos grandes momentos a festejar ao vosso lado e sou eu que tenho de aturar os amigos de outros clubes no dia seguinte quando vocês se portam mal. Eu estive em Sevilha, em Gelsenkirchen e em Dublin, mas também estive no temporal de Bratislava, na goleada de Manchester ou a sofrer golos do Pauleta em Paris.
Para vocês, o Porto é passageiro. Festejam aqui umas coisas, ganham fama e dinheiro e dão o salto para outro lado. É tão fácil, não é? Falamos de um clube que vendeu o Cissohko por 15 milhões, portanto, onde tudo é possível. Aqui até o Maniche foi uma estrela, o Marco Ferreira foi campeão e o Pena melhor marcador de um campeonato. Aqui os meninos são todos apaparicados, há uma estrutura que vos faz as vontades todas e onde até a besta do Cristian Rodriguez pode ter tudo o que quer.
Vocês acham que estão a fazer um grande favor ao Porto? Acham-se tão bons que a qualquer momento estão no real madrid ou no chelsea? Vivem à sombra da época que nos deram o ano passado? Mas já pensaram bem no que vocês eram sem o Porto? Moutinho, tu estavas em quinto lugar. Rolando, tu estavas na segunda. Hulk, tu estavas a matar japoneses com remates para a bancada. Daqui a uns anos, vocês vão perceber que o Porto não foi só mais um clube por onde passaram. Nessa altura, provavelmente a maioria de vós vai recordar o Porto como o único clube onde ganharam algo. Um dia, vão contar aos vossos netos como foi dar 5 ao benfica e ser campeão na luz. Vão ter muito orgulho no que fizeram, mas também irão arrepender-se de não ter corrido um bocadinho mais na Mata Real.
Se não formos campeões este ano, a culpa é vossa. São vocês que não querem, está visto. E para o ano alguns de vós vão às vossas vidas, enquanto outros ficam e esperam por um novo treinador e um plantel mais equilibrado. O futebol é assim, está sempre a mudar e não é possível ganhar sempre.
O problema, para mim, é que eu vou continuar a ser do Porto, aconteça o que acontecer. Não posso pegar nas minhas coisas e ir para outro clube ganhar mais. Não posso fazer fita para ter um novo treinador. Não posso entrar em campo sem motivação, sem querer, sem vontade. Eu não ganho nada com isto. Não sou rica como vocês, não tenho as vossas casas e os vossos carros, e quando vou ver o Porto não vou no vosso autocarro ou avião super confortáveis. A única coisa que eu tenho é este amor, esta paixão cega pelo meu clube, que me faz pedir-vos uma última vez: ganhem os jogos que faltam. Sejam campeões. Se não for pelo treinador, pelo clube, pelo dinheiro ou pela fama, façam-no pelo menos por mim.
P.S. Obrigada a todos os portistas que se identificaram com as minhas palavras, mas que este texto nunca sirva de inspiração ao bota-abaixismo, aos assobios e aos insultos. O meu desabafo é o de uma adepta triste, mas que vai continuar a ir lá até ao fim. Se não for por eles, será pelo nosso FCPorto.
O texto não é nosso. Percente ao Blog "Lá em casa mando eu" e quem o escreveu é uma grande adepta portista de Lisboa, cujo nome desconheço pois apenas se identifica no Blogger como "C".
Um obrigado também ao Miguel Lima do blog Tomo que teve o cuidado de enviar o texto por e-mail.
Sem mais..aqui fica:
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Aos jogadores do Porto
Já todos sabemos que a época foi mal planeada. Ficámos sem treinador de repente, perdemos um grande avançado e alguém achou que o Kléber era jogador para o FCPorto. Se me esforçar muito, até consigo compreender a frustração de alguns de vós, mais interessados noutros voos, que nem sempre se traduzem em mais conquistas, mas certamente numa carteira mais recheada.
Também tenho consciência que o treinador não é grande coisa, que não tem garra, que parece estar sempre disposto a dar a outra face para levar ainda com mais força, e que não vos faz sentir os melhores do mundo. Sei ainda que não deve ser fácil a uma equipa que ganhou tudo manter-se motivada, ainda por cima quando os próprios adeptos, no nosso estádio, se portam como atrasados mentais de primeira.
Eu sei isso tudo, juro. Foi por isso que passei a época toda a defender-vos, a acreditar em vocês, a tentar encontrar respostas para a vossa mais do que evidente incompetência. Vocês perderam a Supertaça Europeia, mas, porra, era o Barça. Vocês levaram 3 da académica para a Taça de Portugal e eu desculpei-vos a vergonha. Vocês foram eliminados da Liga dos Campeões e eu fiz notar que a Liga Europa estava mais ao nosso jeito. Vocês foram eliminados da Liga Europa e eu ainda engoli isso, porque o city me parecia uma equipa incrível, com estrelas do outro mundo, até que vi a porcaria dos lagartos a ultrapassá-los descontraidamente. Vocês perderam pontos com feirenses, olhaneses, gil vicentes e académicas, mas eu não deixei passar os claros erros de arbitragem que não vos deixaram ganhar. Vocês não ganharam em alvalade e ao benfica em casa, mas deram-me uma grande alegria na luz.
Portanto, eu não merecia isto que vocês me fizeram em paços de ferreira. Eu não merecia que pedissem a minha força, a força que já me falta, para depois fazerem aquela figura. Sabem porquê?
Porque vocês dizem e escrevem por aí que Somos Porto, mas vocês não são do Porto como eu. Podem ser durante uns tempos, dar-nos muitas alegrias e viver isto mais ou menos como os verdadeiros. Mas eu sou do Porto desde sempre e para sempre. Sou eu que estou lá nos grandes momentos a festejar ao vosso lado e sou eu que tenho de aturar os amigos de outros clubes no dia seguinte quando vocês se portam mal. Eu estive em Sevilha, em Gelsenkirchen e em Dublin, mas também estive no temporal de Bratislava, na goleada de Manchester ou a sofrer golos do Pauleta em Paris.
Para vocês, o Porto é passageiro. Festejam aqui umas coisas, ganham fama e dinheiro e dão o salto para outro lado. É tão fácil, não é? Falamos de um clube que vendeu o Cissohko por 15 milhões, portanto, onde tudo é possível. Aqui até o Maniche foi uma estrela, o Marco Ferreira foi campeão e o Pena melhor marcador de um campeonato. Aqui os meninos são todos apaparicados, há uma estrutura que vos faz as vontades todas e onde até a besta do Cristian Rodriguez pode ter tudo o que quer.
Vocês acham que estão a fazer um grande favor ao Porto? Acham-se tão bons que a qualquer momento estão no real madrid ou no chelsea? Vivem à sombra da época que nos deram o ano passado? Mas já pensaram bem no que vocês eram sem o Porto? Moutinho, tu estavas em quinto lugar. Rolando, tu estavas na segunda. Hulk, tu estavas a matar japoneses com remates para a bancada. Daqui a uns anos, vocês vão perceber que o Porto não foi só mais um clube por onde passaram. Nessa altura, provavelmente a maioria de vós vai recordar o Porto como o único clube onde ganharam algo. Um dia, vão contar aos vossos netos como foi dar 5 ao benfica e ser campeão na luz. Vão ter muito orgulho no que fizeram, mas também irão arrepender-se de não ter corrido um bocadinho mais na Mata Real.
Se não formos campeões este ano, a culpa é vossa. São vocês que não querem, está visto. E para o ano alguns de vós vão às vossas vidas, enquanto outros ficam e esperam por um novo treinador e um plantel mais equilibrado. O futebol é assim, está sempre a mudar e não é possível ganhar sempre.
O problema, para mim, é que eu vou continuar a ser do Porto, aconteça o que acontecer. Não posso pegar nas minhas coisas e ir para outro clube ganhar mais. Não posso fazer fita para ter um novo treinador. Não posso entrar em campo sem motivação, sem querer, sem vontade. Eu não ganho nada com isto. Não sou rica como vocês, não tenho as vossas casas e os vossos carros, e quando vou ver o Porto não vou no vosso autocarro ou avião super confortáveis. A única coisa que eu tenho é este amor, esta paixão cega pelo meu clube, que me faz pedir-vos uma última vez: ganhem os jogos que faltam. Sejam campeões. Se não for pelo treinador, pelo clube, pelo dinheiro ou pela fama, façam-no pelo menos por mim.
P.S. Obrigada a todos os portistas que se identificaram com as minhas palavras, mas que este texto nunca sirva de inspiração ao bota-abaixismo, aos assobios e aos insultos. O meu desabafo é o de uma adepta triste, mas que vai continuar a ir lá até ao fim. Se não for por eles, será pelo nosso FCPorto.
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Passividade e displicência
A deslocação à Mata Real tinha tudo para correr mal... e correu. Depois da vitória na luz, a equipa parecia ter encontrado finalmente o caminho da vitória, mas revelou ser apenas um daqueles jogos em que a equipa se transcende.
Mais uma vez, assistiu-se a um futebol desgarrado e muito dependente das pedras basilares da equipa. João Moutinho e Hulk tentaram conduzir a equipa a bom porto, batendo mais uma vez com estrondo o barco na costa. Ao longo do encontro percebeu-se que bastava o Porto acelerar para criar oportunidades de perigo e que o Paços era Michel e mais 10. Apesar das claras oportunidades de golo que foram surgindo, a 1ª parte iria acabar como começou, a zeros. Entre uma passividade desconcertante da defesa (onde Michel fazia o que queria) e o desperdício habitual do nosso ataque, o empate parecia um mal menor para quem parecia não querer ganhar e que até viu uma grande penalidade ser perdoada.
Vitor Pereira decidiu inventar mais uma vez e Fernando entrou com 45 minutos de atraso. A 2ª parte abre com o nosso golo e o desperdício continuou. Hulk rasgava a defesa mas Cássio estava decidido a fazer daquela a sua noite.
O golo da tranquilidade não surgiu e com o passar dos minutos o Paços acreditou. Sem desprimor pela equipa de Henrique Calisto, qualquer pessoa percebia que o jogo estava controlado e que o ataque era a melhor defesa. O nosso (fraco) treinador assim não entendeu e decidiu tirar Janko (que tinha sido uma nulidade) para colocar o Porto a jogar com 10 jogadores.
Kléber pode ter futuro mas certamente que esta não será a sua época. O Porto perdeu a pouca dinâmica que lhe restava e assumiu que a vitória não podia fugir, dada a pouca réplica dos castores.
O golo da tranquilidade não surgiu e com o passar dos minutos o Paços acreditou. Sem desprimor pela equipa de Henrique Calisto, qualquer pessoa percebia que o jogo estava controlado e que o ataque era a melhor defesa. O nosso (fraco) treinador assim não entendeu e decidiu tirar Janko (que tinha sido uma nulidade) para colocar o Porto a jogar com 10 jogadores.
Kléber pode ter futuro mas certamente que esta não será a sua época. O Porto perdeu a pouca dinâmica que lhe restava e assumiu que a vitória não podia fugir, dada a pouca réplica dos castores.
O impensável aconteceu, num lance atípico de bola parada onde 7 defesas estavam a marcar-se a sí próprios, surge a banal melga da 2ª circular a espetar uma bofetada de luva branca que envergonha qualquer portista. Depois das frases lançadas pelo próprio durante a semana, é inaceitável que um jogador que nunca foi capaz de criar perigo de bola corrida, catapulte de bola parada a nossa equipa para um humilhante empate no terreno de uma das mais fracas equipas da 1ª Liga.
Depois do golo, o Porto caiu num futebol ainda mais desgarrado e no habitual chuveirinho para o Janko que já lá não estava. Foi caricato ver Otamendi a cabecear na área...
Destaque ainda para um lance na área do Paços, onde o árbitro talvez de consciência pesada por causa do lance da 1ª parte, transformou um atropelamento de Cássio a Hulk, numa simulação.
Destaques Individuais:
- A atitude de Hulk e Moutinho. Parecem ser neste momento os únicos que ainda acreditam na revalidação do título e que não deitam a toalha ao chão.
- O desespero de Vitor Pereira. Quando o treinador reage a um golo sofrido a mais de 10 minutos do fim como se do último minuto se tratasse, o resto do jogo não pode correr bem. Ninguém pode ficar indiferente a uma falha daquelas, mas daí a desatar aos murros ao banco de suplentes, só confirma que não acredita na sua equipa.
- A passividade da defesa. Foi humilhante ver Michel desfazer a defesa do Porto, mais estragos não foram feitos porque o resto da equipa só encontra paralelo na baliza.
Com 6 jornadas para o fim e a depender de si, é vergonhoso se esta equipa não levanta o troféu. Acabaram as margens de erro e os patéticos pedidos de ajuda aos incansáveis adeptos que nunca deixaram de carregar a equipa às costas. Se Vitor Pereira não acredita, que ceda o seu lugar a Paulinho Santos, ao menos teriamos atitude no banco.
Acabem lá com a palhaçada II
Na sequência do post da semana passada... Alguns portistas reviram-se naquilo que escrevi, outros nem tanto. O termo palhaçada tanto serve para o circo mediático encarnado que se cria sempre que as coisas não correm, serve para o facto de também termos à perna uma equipa com um orçamento não-sei-quantas vezes inferior ao nosso e à constatação crua de não termos feito duas exibições categóricas consecutivas durante a época toda.
Entretanto, com maior ou menor dificuldade trouxemos 3 pontos da Madeira. Novo e difícil teste se avizinha em Paços de Ferreira.
Facto 1: Faltam 7 jornadas para o campeonato acabar:
Paços (f)
Olhanense (c)
Braga (f)
Beira-mar (c)
Marítimo (f)
Sporting (c)
Rio Ave (f)
Facto 2: Faltam 21 pontos para o Futebol Clube do Porto ser Bicampeão Nacional.
"O pessimista vê dificuldade em cada oportunidade; o otimista vê oportunidade em cada dificuldade." Winston Churchill
«O caminho faz-se caminhando" António Machado
(imagem de https://www.facebook.com/design.brunosousa)







