Relatório de Emprestados [08 e 09/02]
Bolat - Kayserispor 0 x 3 Elazigspor: Jogou os 90min e recebeu 1 cartão amarelo.
Caballero - Penafiel 0 x 0 Atlético CP: Suplente utilizado aos 80min.
Castro - Kasimpasa 1 x 3 Konyaspor: Jogou os 90min.
Djalma - Konyaspor 3 x 1 Kasimpasa: Substituido aos 59min.
Iturbe - Hellas Verona 2 x 2 Juventus: Jogou os 90min.
Izmailov - FK Qäbälä 0 x 1 Karabakh: Jogou os 90min.
Rolando - Inter 1 x 0 Sassuolo: Jogou os 90min.
Tiago Rodrigues - Vitória de Guimarães 2 x 3 Vitória de Setúbal: Suplente não utilizado.
Walter - Fluminense 3 x 0 Flamengo: Suplente utilizado aos 73min e marcou 1 golo.
Destaques individuais:
Este post foi inspirado numa ideia do antigo blog Colunazul, o qual não existe mais.
FC Porto 3-0 Paços de Ferreira
Tempo de muita chuva, mas sem lixo no relvado e chapas a cair.
O FC Porto para variar começa apático e sem ideias, sendo dominado por um colosso como o 15º classificado da Liga Zon Sagres. O Paços de Ferreira jogava a seu belo prazer sobre o nosso meio campo sem qualquer tipo de perturbação.
Contudo, com o afastamento de Herrera duma zona tão recuada no relvado, subimos de nível e chegamos ao golo após um penalty convertido aos 43' por Ricardo Quaresma.
No segundo tempo, apresentamos um futebol um bocadinho (de nada) melhor, mas na mesma perdulários. De seguida deu-se um click, e com um futebol sem complicar muito chegamos ao 2º golo por parte de Jackson Martinez aos 88' com a assistência de Licá. Logo de seguida, aos 91' (porra, porque não aos 92' ?), o 3-0 por parte de Ricardo, após uma falha do guarda-redes do Paços a um remate de Licá. Muito bem aproveitado por Ricardo.
3-0, 3 pontos, siga para o próximo jogo.
Abdoulaye: Seguro no regresso ao Dragão, e confiante com a bola nos pés.
Fernando: De encostado, lesionado ou whatever, a titular e em bom nível. Grande recuperação de bola para o segundo golo portista.
Herrera: Mais confiante e sem medo de arrastar o jogo com ele. Espero que entre numa serie de bons jogos, pois bem precisa.
Quaresma: Apesar de se ter agarrado muito à bola, mostra muita raça e vontade de fazer mais e melhor.
Licá: Mal amado, entrou bem no jogo e com vontade de mostrar algo. Fez uma assistência e outra meia-assistência para golo.
A defesa na primeira parte: Tremidos. Penso que é o melhor adjectivo que possa dar.
Dinâmica da equipa: Algo tem de mudar (estou farto de dizer as mesma palavras todas as semanas) para sermos campeões. Precisamos de ser uma equipa mais coesa, com um fio condutor de jogo. Somos o FC Porto, e não uma equipa de Casados contra Solteiros.
Ps: Façam-me o favor de garantir aquele Bebé. Bem acompanhado, vai dar craque.
Relatório de Emprestados. [1 e 02/02]
Bolat - Kayserispor 0 x 0 Kasimpasa: Jogou os 90min.
Caballero - Penafiel 1 x 0 Beira-Mar: Suplente utilizado aos 79min.
Castro - Kasimpasa 0 x 0 Kayserispor: Jogou os 90min.
Djalma - Konyaspor 3 x 0 Sivasspor: Jogou os 90min e marcou 1 golo.
Iturbe - Hellas Verona 2 x 1 Sassuolo: Jogou os 90min e recebeu 1 cartão amarelo.
Izmailov - FK Qäbälä 3 x 0 Sumqayit: Não convocado.
Rolando - Inter 1 x 3 Juventus: Jogou os 90min e marcou 1 golo.
Tiago Rodrigues - Vitória de Guimarães 1 x 2 Nacional: Suplente utilizado aos 80min.
Walter - Fluminense 0 x 1 Bangu: Não convocado.
Destaques individuais:
Djalma: Golo (0:00) (Clique em "Hayir, tesekkürler" para ver o vídeo)
Rolando: Golo (2:41)
Este post foi inspirado numa ideia do antigo blog Colunazul, o qual não existe mais.
Assim não vamos ao Tetra
O Porto perdeu, na Madeira, frente ao Marítimo por 1-0. Derrota justa, direi, de uma equipa sem ideias, desgarrada e inofensiva.
O campeão nacional entrou em campo de forma absolutamente desinspirada, sem sequer conseguir passar do meio-campo. O golo do Marítimo, de penalty, surgiu, pois, naturalmente e, até ao intervalo o Porto não foi capaz de incomodar a baliza defendida por Salin.
Na segunda parte, mesmo criando mais algum perigo e, tendo tido a possibilidade de marcar, a exibição foi muito fraca na mesma. De facto, a equipa portista nunca conseguiu libertar-se das amarras que impõe a si própria, consequência do já tristemente célebre duplo-pivot.
Paulo Fonseca continua a ser fiel aos seus princípios. Mantém a sua aposta nos dois médios defensivos, a actuar lado a lado, um esquema que qualquer treinador de bancada já percebeu que não funciona numa equipa que luta por títulos e que precisa de carregar sobre os adversários. O duplo pivot torna a equipa incapaz de penetrar nas defesas fechadas que 95% das equipas que jogam contra o Porto apresentam. Mas Paulo Fonseca continua a teimar neste esquema. Não muda, não admite que erra e continua a arrastar o Porto para um buraco de onde parece, cada vez mais, não haver saída. A culpa não será só dele, e ele pouca responsabilidade terá por ter um plantel desequilibrado e com poucas soluções, mas Paulo Fonseca insiste num sistema que está mais que provado que não funciona e nunca funcionará.
- Danilo a atacar. Danilo é o único atleta do Porto que ainda consegue mostrar alguma coisa. É o nosso atleta mais perigoso e joga a lateral. Sintomático.
- Helton: Fez uma grande defesa hoje e impediu que viéssemos da Madeira com um resultado ainda mais humilhante.
- A ilha Jackson: Sozinho, completamente sozinho. Vem buscar a bola, passa ou cruza e depois ainda tenta ir às segundas bolas. Tenta agarrar o jogo quando lhe bombeiam bolas, espera por passes que nunca chegam e por cruzamentos que passam muito ao lado. Não fosse ele um extraordinário avançado e estávamos neste momento muito mais perdidos do que o que estamos.
- Danilo a defender. Um penalty escusado e uma distração que ia custando o segundo golo perto do fim. Cada vez mais prova que não é lateral, mas sim médio.
- Maicon. Desconcentrado, nervoso. Tem de aproveitar melhor a oportunidade que as péssimas exibições de Otamendi lhe deram, ou corre o risco de, rapidamente perder o lugar para Reyes ou para o regressado Abdoulaye.
- Quaresma. Desinspirado, voltou a cair nos mesmos erros que o impediram de ser um dos melhores jogadores do Mundo, a vontade de fazer tudo sozinho e uma capacidade de tomar as melhores decisões sofrível. Parece ter medo de abordar os lances, ter medo de "meter o pé" e parece fugir do confronto físico... resquícios da lesão ou sinal de algo pior?
António Tavares Teles citava há momentos Paulo de Carvalho na RTP Informação para dizer o que achava do Porto de Paulo Fonseca: "A equipa é metade à balda e o resto à sorte". Parece que todos vemos isto excepto a nossa direção. Até quando?

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