Relatório de Empréstimos - 05/08/15
Com a nova época prestes a começar, alguns excedentários do FC Porto têm sido colocados um pouco por toda a Europa.
Em Portugal, Anderson Dim, David Bruno e Fidelis foram emprestados a Freamunde (os dois primeiros) e Portimonense, sendo que David Bruno e Fidelis já fizeram os primeiros minutos oficiais na Taça CTT (Taça da Liga) e este último fez até uma assistência. Já David Bruno falhou um dos penaltys que ditaram a saída do Freamunde da Taça CTT. Também Kayembé, Tiago Rodrigues, Gonçalo Paciência e Ivo Rodrigues conseguiram colocação na 1ª Liga Portuguesa em Rio Ave, Marítimo, Académica e Arouca, respetivamente. Braima Candé foi "despachado" para o Campeonato Nacional de Séniores, para o Mirandela, naquilo que parece ser uma má decisão (para que serve a equipa B?).
Para já, em competições oficiais destaca-se Mauro Caballero que já faturou o seu primeiro golo na Liga Europa frente aos finlandeses do Nömme Kalju e tem sido aposta em alguns jogos do FC Vaduz. Também Walter continua a marcar tendo sido o melhor em campo na vitória frente ao Palmeiras de Kelvin. Licá fez 1 minuto na Liga Europa pelo V. Guimarães.
Em destaque mas pela negativa, Sinan Bolat parece que vai ser suplente outro ano, ainda não tendo somado qualquer minuto, não aparecendo inclusive nas convocatórias.
Para ver: algumas imagens (poucas) relacionadas a alguns destaques da semana e o relatório completo, que com a chegada dos jogos oficiais ficará menos confusa e ganhará um ritmo semanal, como foi na época transata.
Assistência de Josué (2:16):
Golos de Ghilas (1:35 e 2:11):
Golo de Walter:
Assistência de Fidelis (0:24):
Pedro Pinto, o jornalista das gafes
Exmos. Senhores,
Hoje, pela terceira vez, o vosso jornalista do Jornal da Uma, Pedro Pinto, cometeu uma gafe relacionada com o Futebol Clube do Porto. Depois de dizer futebol clube do porco em vez de Futebol Clube do Porto, Pedro Pinto chamou, hoje, dia 30 de julho de 2015, lopetoqui ao treinador do Futebol Clube do Porto, Julen Lopetegui.
É óbvio que errar é humano, e toda a gente está sujeita a cometer uma gafe de quando em vez. Pedro Pinto, mesmo sendo um jornalista com bastante experiência também se engana e, tem o problema de o fazer em directo na televisão, com muitos milhares de pessoas a ver. O problema está, quando os erros se repetem, e quando afectam sempre os mesmos. Errar uma vez, é normal, acontece a todos. Errar a segunda vez, ainda se aceita. À terceira, já custa a acreditar que foi um mero erro. E, mais a mais, eu não me recordo de ouvir Pedro Pinto cometer gafes envolvendo qualquer outro clube...
Trocar o nome a uma pessoa ou a uma instituição é algo feio, que não fica bem. É aceitável em pessoas de reduzida formação académica, que muitas vezes sentem dificuldades em pronunciar nomes mais complicados, principalmente se forem estrangeiros. Mas não devemos comparar a eloquência de Pedro Pinto e a sua formação académica com uma dessas pessoas. Faz algum sentido comparar o vosso jornalista com, por exemplo, Jorge Jesus?
Estou certo que Pedro Pinto também não gostaria que, em público, e perante a audiência de milhares de pessoas, alguém lhe trocasse constantemente o nome. Ponho-me a imaginar se Pedro Pinto gostaria que, numa situação dessas, alguém, por exemplo, se esquecesse constantemente de pronunciar a letra n do seu apelido. Não seria nada bonito.
Mas também não é bonito que a TVI tente abafar estas situações, denunciando os vídeos que provam o que aconteceu e nada faça para as eliminar. Sim, porque Pedro Pinto não é o único jornalista da TVI a ter cometido gafes referentes ao Futebol Clube do Porto. Mas, de facto, da TVI não se pode esperar respeito pelo Futebol Clube do Porto. Quem, por exemplo, contrata o propagandista oficioso de Luís Filipe Vieira, Pedro Guerra, para comentador desportivo demonstra bem o seu facciosismo. De quem tem comentadores que, em jogos europeus, sofrem mais pelo Real Madrid do que pelo Porto, não se pode, de facto esperar grande coisa. Mas um pouco de boa educação, nunca fez mal a ninguém.
Com os melhores cumprimentos,
João Ferreira
Hoje, pela terceira vez, o vosso jornalista do Jornal da Uma, Pedro Pinto, cometeu uma gafe relacionada com o Futebol Clube do Porto. Depois de dizer futebol clube do porco em vez de Futebol Clube do Porto, Pedro Pinto chamou, hoje, dia 30 de julho de 2015, lopetoqui ao treinador do Futebol Clube do Porto, Julen Lopetegui.
É óbvio que errar é humano, e toda a gente está sujeita a cometer uma gafe de quando em vez. Pedro Pinto, mesmo sendo um jornalista com bastante experiência também se engana e, tem o problema de o fazer em directo na televisão, com muitos milhares de pessoas a ver. O problema está, quando os erros se repetem, e quando afectam sempre os mesmos. Errar uma vez, é normal, acontece a todos. Errar a segunda vez, ainda se aceita. À terceira, já custa a acreditar que foi um mero erro. E, mais a mais, eu não me recordo de ouvir Pedro Pinto cometer gafes envolvendo qualquer outro clube...
Trocar o nome a uma pessoa ou a uma instituição é algo feio, que não fica bem. É aceitável em pessoas de reduzida formação académica, que muitas vezes sentem dificuldades em pronunciar nomes mais complicados, principalmente se forem estrangeiros. Mas não devemos comparar a eloquência de Pedro Pinto e a sua formação académica com uma dessas pessoas. Faz algum sentido comparar o vosso jornalista com, por exemplo, Jorge Jesus?
Estou certo que Pedro Pinto também não gostaria que, em público, e perante a audiência de milhares de pessoas, alguém lhe trocasse constantemente o nome. Ponho-me a imaginar se Pedro Pinto gostaria que, numa situação dessas, alguém, por exemplo, se esquecesse constantemente de pronunciar a letra n do seu apelido. Não seria nada bonito.
Mas também não é bonito que a TVI tente abafar estas situações, denunciando os vídeos que provam o que aconteceu e nada faça para as eliminar. Sim, porque Pedro Pinto não é o único jornalista da TVI a ter cometido gafes referentes ao Futebol Clube do Porto. Mas, de facto, da TVI não se pode esperar respeito pelo Futebol Clube do Porto. Quem, por exemplo, contrata o propagandista oficioso de Luís Filipe Vieira, Pedro Guerra, para comentador desportivo demonstra bem o seu facciosismo. De quem tem comentadores que, em jogos europeus, sofrem mais pelo Real Madrid do que pelo Porto, não se pode, de facto esperar grande coisa. Mas um pouco de boa educação, nunca fez mal a ninguém.Com os melhores cumprimentos,
João Ferreira
As eleições na Liga e um milagroso acerto do jornal Record
Ontem, Pedro Proença foi eleito presidente da Liga. Contando com o apoio da maioria dos clubes da Liga NOS, 12 contra 6 de Luís Duque, Proença tornou-se no oitavo presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, sucedendo a Valentim Loureiro, Manuel Damásio, Pinto da Costa, Hermínio Loureiro, Fernando Gomes, Mário Figueiredo e Luís Duque.
Sinceramente, creio que Duque não fez um mau trabalho. Recuperou financeiramente a Liga, deixada de rastos pela gestão quase danosa de Figueiredo, o tal que teve o voto a favor do Sporting e à volta de quem Vieira disse que os clubes se deveriam unir, credibilizou a instituição, depois da passagem do cometa Figueiredo, e criou condições para que a Liga voltasse a ser uma fonte de receitas para os clubes, e não um encargo.
No entanto, Duque, para além de ter proferido declarações para com seus associados de baixíssimo nível, ao chamar ignorante ao presidente do Sporting e xenófobo a Tiago Ribeiro do Estoril, independentemente de ter, ou não, razão, falhou em toda a linha num aspecto. O Presidente da Liga é o primeiro vice-presidente da FPF, o número dois da sua direcção, e tem o dever de representar o futebol profissional junto da instituição e de o defender acerrimamente, com unhas e dentes. Não o fez. E tanto não o fez que nem foi capaz de por todos os delegados da Liga na AG da FPF a votar a favor do sorteio, uma vez que a Liga tem 20 delegados e houve apenas 17 votos a favor do sorteio.
Ora, isto era o ideal para o Benfica. Conseguir que o associado com mais peso na FPF nada faça para mudar o triste estado de coisas a que esta chegou é o ideal. É óbvio que o Benfica fica imensamente satisfeito se Bruno Paixão, Manuel Mota, João Capela ou Duarte Gomes continuarem a ser nomeados várias vezes por ano para os seus jogos. É evidente que o Benfica não quer que se mexa no Conselho de Arbitragem e pretende que Vítor Pereira continue a ser visita assídua no Seixal. É nítido que o Benfica pouco se preocupa se são nomeados árbitros internacionais indivíduos sem experiência e que nunca, jamais, em tempo algum arbitraram sequer jogos dos grandes no campeonato. O problema é que Pedro Proença também já prometeu que vai lutar contra isto tudo. E isto perturba seriamente os interesses do Benfica e dos seus 13.999.999 adeptos. Como é que se chega a este número? Aos 14 milhões que o Benfica publicita, incluindo umas dezenas de milhar na Indochina, retira-se um, Pedro Proença. Porque Proença já mostrou que tem a coluna direita e não se curva perante nada nem ninguém e muito menos se deixa intimidar, mesmo que lhe partam os dentes com um soco.

O problema do Benfica é que os famosos lugares na Liga não lhe vão servir de nada. Com Proença, as probabilidades do futebol se decidir dentro do campo e não fora dele, aumentam drasticamente. Talvez seja por isso que Pedro Guerra, o propagandista oficioso de Vieira, tenha ido a correr, em sentido figurado, claro, à TVI24 berrar com tudo e todos. Talvez seja por isso, que o Record de ontem noticiava, ainda antes de Proença ser eleito, que Vieira havia prometido reforços a Rui Vitória. Talvez as grandes orelhas do presidente vermelho tivessem ouvido que Proença tinha apoios suficientes para vencer, e como tal, foi forçado investir a sério no reforço da equipa...
Sinceramente, creio que Duque não fez um mau trabalho. Recuperou financeiramente a Liga, deixada de rastos pela gestão quase danosa de Figueiredo, o tal que teve o voto a favor do Sporting e à volta de quem Vieira disse que os clubes se deveriam unir, credibilizou a instituição, depois da passagem do cometa Figueiredo, e criou condições para que a Liga voltasse a ser uma fonte de receitas para os clubes, e não um encargo.
No entanto, Duque, para além de ter proferido declarações para com seus associados de baixíssimo nível, ao chamar ignorante ao presidente do Sporting e xenófobo a Tiago Ribeiro do Estoril, independentemente de ter, ou não, razão, falhou em toda a linha num aspecto. O Presidente da Liga é o primeiro vice-presidente da FPF, o número dois da sua direcção, e tem o dever de representar o futebol profissional junto da instituição e de o defender acerrimamente, com unhas e dentes. Não o fez. E tanto não o fez que nem foi capaz de por todos os delegados da Liga na AG da FPF a votar a favor do sorteio, uma vez que a Liga tem 20 delegados e houve apenas 17 votos a favor do sorteio.
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Ora, isto era o ideal para o Benfica. Conseguir que o associado com mais peso na FPF nada faça para mudar o triste estado de coisas a que esta chegou é o ideal. É óbvio que o Benfica fica imensamente satisfeito se Bruno Paixão, Manuel Mota, João Capela ou Duarte Gomes continuarem a ser nomeados várias vezes por ano para os seus jogos. É evidente que o Benfica não quer que se mexa no Conselho de Arbitragem e pretende que Vítor Pereira continue a ser visita assídua no Seixal. É nítido que o Benfica pouco se preocupa se são nomeados árbitros internacionais indivíduos sem experiência e que nunca, jamais, em tempo algum arbitraram sequer jogos dos grandes no campeonato. O problema é que Pedro Proença também já prometeu que vai lutar contra isto tudo. E isto perturba seriamente os interesses do Benfica e dos seus 13.999.999 adeptos. Como é que se chega a este número? Aos 14 milhões que o Benfica publicita, incluindo umas dezenas de milhar na Indochina, retira-se um, Pedro Proença. Porque Proença já mostrou que tem a coluna direita e não se curva perante nada nem ninguém e muito menos se deixa intimidar, mesmo que lhe partam os dentes com um soco.

O problema do Benfica é que os famosos lugares na Liga não lhe vão servir de nada. Com Proença, as probabilidades do futebol se decidir dentro do campo e não fora dele, aumentam drasticamente. Talvez seja por isso que Pedro Guerra, o propagandista oficioso de Vieira, tenha ido a correr, em sentido figurado, claro, à TVI24 berrar com tudo e todos. Talvez seja por isso, que o Record de ontem noticiava, ainda antes de Proença ser eleito, que Vieira havia prometido reforços a Rui Vitória. Talvez as grandes orelhas do presidente vermelho tivessem ouvido que Proença tinha apoios suficientes para vencer, e como tal, foi forçado investir a sério no reforço da equipa...
A preocupação benfiquista com as contas do Porto
Sendo certo que a situação financeira da SAD portista não é famosa, espanta-me é que esta gente toda só agora tenha saído da toca. E espanta-me porque, o Futebol Clube do Porto, gastou, pelo menos até agora, menos dinheiro em reforços do que nas temporada transactas. Tudo bem que a SAD não deveria gastar 20 milhões num único atleta, como fez com Imbula, mas os reforços deste ano custaram menos que Indi, Marcano, Adrian, os empréstimos de Campaña, Oliver, Casemiro e Tello, Aboubakar, Otávio, metade do passe de Quintero, Brahimi, Evandro, Andrés Fernandez, etc. Bem menos. E, quanto aos salários, bem, Maxi, Casillas e Imbula, não devem ter propriamente salários baixos mas, a equipa já perdeu Fabiano, Andrés, Reyes, Casemiro, Oliver e, principalmente, Jackson, Danilo e Quaresma. Estará o Porto a gastar assim tanto dinheiro a mais? Duvido muito.
Obviamente que isto não implica que o Porto não deveria reduzir os seus gastos. O Futebol Clube do Porto apresenta um desequilíbrio estrutural nas suas contas. A título de exemplo, com rendimentos extraordinários e irrepetíveis de cerca de 60 milhões, divididos a um prémio extra de participação na Liga dos Campeões, ao "brinde" que o Real Madrid nos deu com Casemiro e às mais-valias das vendas de Mangala e Danilo, o Porto teve de vender Jackson às 23:00h de 30 de junho de 2015 para não apresentar prejuízo. Isto não implica que o desequilíbrio deste ano seja maior do que em épocas passadas. Mais, uma vez que necessitamos de três vendas milionárias para equilibrar as contas da época, não me admirava que, até 31 de agosto, fizéssemos outra venda significativa.Por outro lado, seria interessante que Ramos, Capristano e Antunes perdessem uns minutos a olhar para o próprio umbigo. Vejamos, o Benfica vende, vende, vende. Tem uma equipa envelhecida. E vende tudo à taxa fixa de 15 milhões de, provavelmente, nada. Mas, ainda não fez uma contratação sonante. Quererão Ramos, Capristano e Antunes explicar o porquê?






