Relatório de Empréstimos - 20/08/15
A bola começou a rolar em Portugal assim como nos principais campeonatos europeus e com isso volta a regularidade dos relatórios dos emprestados do FC Porto. A faltar colocar apenas 4 jogadores (Quiñones, Djalma, Rolando e Júnior Pius), já conseguimos notar algumas das tendências do que irá ser a nova época em termos de titularidades e tempo de jogo.
Comecemos pelos piores, os guarda-redes: com 2,3 e 5 jogos oficiais respetivamente, Kadú, Fabiano e Bolat ainda não somaram qualquer minuto. E se de um jogador de campo poderíamos afirmar que mais cedo ou mais tarde poderá encontrar o seu espaço, com os guarda-redes não é a mesma coisa e a previsão que se faz é que pelo menos estes 3 (falta avaliar Andrés Fernandez que não começou ainda a época) irão ser apenas reservas nos clubes onde se encontram, sendo que são claramente empréstimos para poupar ordenados e não para proporcionar competitividade aos jogadores.
A primeira surpresa da época foi Roniel, que contra a Académica fez o único golo da partida, tendo feito parte também dos principais lances de perigo do Paços de Ferreira sendo considerado por isso o melhor em campo por (pelo menos) o jornal O Jogo.
Boa surpresa também é a titularidade dos jovens emprestados Gonçalo Paciência, Ivo Rodrigues, Otávio e Fidelis, que aparentemente serão titulares ou pelo menos lutarão por um lugar nas suas equipas. Apesar de tudo Kayembe, Leandro Silva e Anderson Dim não jogaram, mas poderão ainda ganhar o lugar ao longo da época. Pior está Caballero que depois de somar já 208 minutos nas primeiras partidas, contraiu uma lesão grave: uma rotura de ligamentos e terá uma longa recuperação pela frente.
Podem conferir a seguir todos os números no relatório e ver as imagens do golo solitário de Roniel:
Golo de Roniel:
Vítor Pereira, o agente desportivo ao serviço do disparate
O nome dele é Pereira, Vítor Pereira e é o presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol. Ele é o senhor todo-poderoso da arbitragem em Portugal. (Mal) coadjuvado por mais alguns membros do referido Conselho, Vítor Pereira, nos intervalos das visitas ao centro de estágios do Benfica, tem tempo para gerir mal e porcamente a arbitragem.
A época transacta foi o que foi. O colinho foi por demais falado. Árbitros como Cosme Machado, Manuel Mota, João Capela ou Bruno Paixão exibiram alegremente a sua falta de talento para a arbitragem e
a enorme força de que dispõem na modalidade de inclinação de campos. E o árbitro despromovido, logo após ser nomeado por Vítor Pereira para a final da Taça da Liga, foi o desgraçado a quem coube em sorte arbitrar duas das três derrotas do Benfica no campeonato.
Evidentemente, os clubes profissionais mostraram um cartão bem vermelho a Vítor Pereira, aprovando o sorteio dos homens do apito, posteriormente rejeitado pela FPF. O presidente do Conselho de arbitragem, se fosse um homem íntegro, teria enfiado a carapuça e posto o lugar à disposição. No entanto, dada a cor do cartão, deve ter considerado que seria um elogio que lhe estavam a fazer. E, assim, recusado o sorteio, Vítor Pereira continuou a mandar na arbitragem.
Não foi, portanto, de estranhar que, as competições profissionais tivessem começado tortas. Depois da péssima arbitragem da Supertaça, os campeonatos começaram cheios de casos e confusões. Na sexta, todos vimos o golo duplamente ilegal do Tondela, em fora-de-jogo e após toque na bola com a mão. Também todos, menos Carlos Xistra e o seu auxiliar, vimos João Pereira fazer um lançamento descaradamente dentro do campo, do qual surgiu o golo da vitória sportinguista.
No sábado, mais confusão. Na Liga de Honra. Na Feira, Cosme Machado, quem mais, marcou três grandes penalidades que o Jornal de Notícias apelida de inexistentes. Em Freamunde também houve confusão. Na primeira Liga, o Belenenses, clube que mantém relações de enorme promiscuidade com o Benfica, safou-se de perder um jogo que esteve a vencer por dois golos, à custa de um golo erradamente não validado por pretenso fora-de-jogo em tempo de descontos. O árbitro? Manuel Mota, pois claro.
Continuando no sábado, o Porto recebeu o Vitória de Guimarães. O árbitro, Fábio Veríssimo, um dos dois árbitros promovidos do nada a internacionais, por Vítor Pereira, feito alcançado sem sequer terem apitado jogo de um grande, fartou-se de fazer disparates. Sem influência no resultado, é certo, mas os erros foram demasiados. Fábio Veríssimo, que há pouco mais de um ano apitava nos distritais conseguiu inclusivamente um feito que se não for inédito, é, pelo menos raríssimo, ao ter conseguido ser assobiado por cometer erros que beneficiaram a equipa de quem assobiou. É verdade, o público do Dragão assobiou Fábio Veríssimo por este ter interrompido o jogo para marcar um falta, sem dar a lei da vantagem ao Vitória de Guimarães. E fê-lo por duas vezes. Vítor Pereira conseguiu, portanto, promover a internacional um árbitro que, claramente, desconhece a regra da lei da vantagem. Notável.
Por fim, o fim-de-semana terminou com a recepção do Benfica ao Estoril. O árbitro, Tiago Martins, o segundo dos internacionais à pressão de Vítor Pereira, cujo maior feito na curta carreira foi expulsar três atletas do Porto B num jogo na casa do Oriental. Logo aos 10 minutos, Luisão, com o à-vontade próprio de quem sabe que goza de total impunidade, desinteressa-se da disputa da bola e prefere meter o braço nas costas do avançado estorilista Leo Bonatini. Penalty claro, óbvio, evidente, descarado. Tiago Martins estava convenientemente distraído e não viu, mas já viu um pretenso penalty por mão na bola de um atleta estorilista. Um olho de lince, tem Tiago Martins, que conseguiu ver o que as dezenas de câmaras do canal do Benfica não foram capazes de nos mostrar...
E, assim, ambas as provas profissionais começaram tortas. E, diz a sabedoria popular, que o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita. Com Vítor Pereira, podemos ter a certeza que nada se irá endireitar. Aliás, o mais provável, é que fique cada vez mais torto. O que não há dúvidas é que ficará sempre inclinado para o mesmo lado.
A época transacta foi o que foi. O colinho foi por demais falado. Árbitros como Cosme Machado, Manuel Mota, João Capela ou Bruno Paixão exibiram alegremente a sua falta de talento para a arbitragem ea enorme força de que dispõem na modalidade de inclinação de campos. E o árbitro despromovido, logo após ser nomeado por Vítor Pereira para a final da Taça da Liga, foi o desgraçado a quem coube em sorte arbitrar duas das três derrotas do Benfica no campeonato.
Evidentemente, os clubes profissionais mostraram um cartão bem vermelho a Vítor Pereira, aprovando o sorteio dos homens do apito, posteriormente rejeitado pela FPF. O presidente do Conselho de arbitragem, se fosse um homem íntegro, teria enfiado a carapuça e posto o lugar à disposição. No entanto, dada a cor do cartão, deve ter considerado que seria um elogio que lhe estavam a fazer. E, assim, recusado o sorteio, Vítor Pereira continuou a mandar na arbitragem.
Não foi, portanto, de estranhar que, as competições profissionais tivessem começado tortas. Depois da péssima arbitragem da Supertaça, os campeonatos começaram cheios de casos e confusões. Na sexta, todos vimos o golo duplamente ilegal do Tondela, em fora-de-jogo e após toque na bola com a mão. Também todos, menos Carlos Xistra e o seu auxiliar, vimos João Pereira fazer um lançamento descaradamente dentro do campo, do qual surgiu o golo da vitória sportinguista.
No sábado, mais confusão. Na Liga de Honra. Na Feira, Cosme Machado, quem mais, marcou três grandes penalidades que o Jornal de Notícias apelida de inexistentes. Em Freamunde também houve confusão. Na primeira Liga, o Belenenses, clube que mantém relações de enorme promiscuidade com o Benfica, safou-se de perder um jogo que esteve a vencer por dois golos, à custa de um golo erradamente não validado por pretenso fora-de-jogo em tempo de descontos. O árbitro? Manuel Mota, pois claro.
Continuando no sábado, o Porto recebeu o Vitória de Guimarães. O árbitro, Fábio Veríssimo, um dos dois árbitros promovidos do nada a internacionais, por Vítor Pereira, feito alcançado sem sequer terem apitado jogo de um grande, fartou-se de fazer disparates. Sem influência no resultado, é certo, mas os erros foram demasiados. Fábio Veríssimo, que há pouco mais de um ano apitava nos distritais conseguiu inclusivamente um feito que se não for inédito, é, pelo menos raríssimo, ao ter conseguido ser assobiado por cometer erros que beneficiaram a equipa de quem assobiou. É verdade, o público do Dragão assobiou Fábio Veríssimo por este ter interrompido o jogo para marcar um falta, sem dar a lei da vantagem ao Vitória de Guimarães. E fê-lo por duas vezes. Vítor Pereira conseguiu, portanto, promover a internacional um árbitro que, claramente, desconhece a regra da lei da vantagem. Notável.Por fim, o fim-de-semana terminou com a recepção do Benfica ao Estoril. O árbitro, Tiago Martins, o segundo dos internacionais à pressão de Vítor Pereira, cujo maior feito na curta carreira foi expulsar três atletas do Porto B num jogo na casa do Oriental. Logo aos 10 minutos, Luisão, com o à-vontade próprio de quem sabe que goza de total impunidade, desinteressa-se da disputa da bola e prefere meter o braço nas costas do avançado estorilista Leo Bonatini. Penalty claro, óbvio, evidente, descarado. Tiago Martins estava convenientemente distraído e não viu, mas já viu um pretenso penalty por mão na bola de um atleta estorilista. Um olho de lince, tem Tiago Martins, que conseguiu ver o que as dezenas de câmaras do canal do Benfica não foram capazes de nos mostrar...
E, assim, ambas as provas profissionais começaram tortas. E, diz a sabedoria popular, que o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita. Com Vítor Pereira, podemos ter a certeza que nada se irá endireitar. Aliás, o mais provável, é que fique cada vez mais torto. O que não há dúvidas é que ficará sempre inclinado para o mesmo lado.
Relatório de Empréstimos - 05/08/15
Com a nova época prestes a começar, alguns excedentários do FC Porto têm sido colocados um pouco por toda a Europa.
Em Portugal, Anderson Dim, David Bruno e Fidelis foram emprestados a Freamunde (os dois primeiros) e Portimonense, sendo que David Bruno e Fidelis já fizeram os primeiros minutos oficiais na Taça CTT (Taça da Liga) e este último fez até uma assistência. Já David Bruno falhou um dos penaltys que ditaram a saída do Freamunde da Taça CTT. Também Kayembé, Tiago Rodrigues, Gonçalo Paciência e Ivo Rodrigues conseguiram colocação na 1ª Liga Portuguesa em Rio Ave, Marítimo, Académica e Arouca, respetivamente. Braima Candé foi "despachado" para o Campeonato Nacional de Séniores, para o Mirandela, naquilo que parece ser uma má decisão (para que serve a equipa B?).
Para já, em competições oficiais destaca-se Mauro Caballero que já faturou o seu primeiro golo na Liga Europa frente aos finlandeses do Nömme Kalju e tem sido aposta em alguns jogos do FC Vaduz. Também Walter continua a marcar tendo sido o melhor em campo na vitória frente ao Palmeiras de Kelvin. Licá fez 1 minuto na Liga Europa pelo V. Guimarães.
Em destaque mas pela negativa, Sinan Bolat parece que vai ser suplente outro ano, ainda não tendo somado qualquer minuto, não aparecendo inclusive nas convocatórias.
Para ver: algumas imagens (poucas) relacionadas a alguns destaques da semana e o relatório completo, que com a chegada dos jogos oficiais ficará menos confusa e ganhará um ritmo semanal, como foi na época transata.
Assistência de Josué (2:16):
Golos de Ghilas (1:35 e 2:11):
Golo de Walter:
Assistência de Fidelis (0:24):
Pedro Pinto, o jornalista das gafes
Exmos. Senhores,
Hoje, pela terceira vez, o vosso jornalista do Jornal da Uma, Pedro Pinto, cometeu uma gafe relacionada com o Futebol Clube do Porto. Depois de dizer futebol clube do porco em vez de Futebol Clube do Porto, Pedro Pinto chamou, hoje, dia 30 de julho de 2015, lopetoqui ao treinador do Futebol Clube do Porto, Julen Lopetegui.
É óbvio que errar é humano, e toda a gente está sujeita a cometer uma gafe de quando em vez. Pedro Pinto, mesmo sendo um jornalista com bastante experiência também se engana e, tem o problema de o fazer em directo na televisão, com muitos milhares de pessoas a ver. O problema está, quando os erros se repetem, e quando afectam sempre os mesmos. Errar uma vez, é normal, acontece a todos. Errar a segunda vez, ainda se aceita. À terceira, já custa a acreditar que foi um mero erro. E, mais a mais, eu não me recordo de ouvir Pedro Pinto cometer gafes envolvendo qualquer outro clube...
Trocar o nome a uma pessoa ou a uma instituição é algo feio, que não fica bem. É aceitável em pessoas de reduzida formação académica, que muitas vezes sentem dificuldades em pronunciar nomes mais complicados, principalmente se forem estrangeiros. Mas não devemos comparar a eloquência de Pedro Pinto e a sua formação académica com uma dessas pessoas. Faz algum sentido comparar o vosso jornalista com, por exemplo, Jorge Jesus?
Estou certo que Pedro Pinto também não gostaria que, em público, e perante a audiência de milhares de pessoas, alguém lhe trocasse constantemente o nome. Ponho-me a imaginar se Pedro Pinto gostaria que, numa situação dessas, alguém, por exemplo, se esquecesse constantemente de pronunciar a letra n do seu apelido. Não seria nada bonito.
Mas também não é bonito que a TVI tente abafar estas situações, denunciando os vídeos que provam o que aconteceu e nada faça para as eliminar. Sim, porque Pedro Pinto não é o único jornalista da TVI a ter cometido gafes referentes ao Futebol Clube do Porto. Mas, de facto, da TVI não se pode esperar respeito pelo Futebol Clube do Porto. Quem, por exemplo, contrata o propagandista oficioso de Luís Filipe Vieira, Pedro Guerra, para comentador desportivo demonstra bem o seu facciosismo. De quem tem comentadores que, em jogos europeus, sofrem mais pelo Real Madrid do que pelo Porto, não se pode, de facto esperar grande coisa. Mas um pouco de boa educação, nunca fez mal a ninguém.
Com os melhores cumprimentos,
João Ferreira
Hoje, pela terceira vez, o vosso jornalista do Jornal da Uma, Pedro Pinto, cometeu uma gafe relacionada com o Futebol Clube do Porto. Depois de dizer futebol clube do porco em vez de Futebol Clube do Porto, Pedro Pinto chamou, hoje, dia 30 de julho de 2015, lopetoqui ao treinador do Futebol Clube do Porto, Julen Lopetegui.
É óbvio que errar é humano, e toda a gente está sujeita a cometer uma gafe de quando em vez. Pedro Pinto, mesmo sendo um jornalista com bastante experiência também se engana e, tem o problema de o fazer em directo na televisão, com muitos milhares de pessoas a ver. O problema está, quando os erros se repetem, e quando afectam sempre os mesmos. Errar uma vez, é normal, acontece a todos. Errar a segunda vez, ainda se aceita. À terceira, já custa a acreditar que foi um mero erro. E, mais a mais, eu não me recordo de ouvir Pedro Pinto cometer gafes envolvendo qualquer outro clube...
Trocar o nome a uma pessoa ou a uma instituição é algo feio, que não fica bem. É aceitável em pessoas de reduzida formação académica, que muitas vezes sentem dificuldades em pronunciar nomes mais complicados, principalmente se forem estrangeiros. Mas não devemos comparar a eloquência de Pedro Pinto e a sua formação académica com uma dessas pessoas. Faz algum sentido comparar o vosso jornalista com, por exemplo, Jorge Jesus?
Estou certo que Pedro Pinto também não gostaria que, em público, e perante a audiência de milhares de pessoas, alguém lhe trocasse constantemente o nome. Ponho-me a imaginar se Pedro Pinto gostaria que, numa situação dessas, alguém, por exemplo, se esquecesse constantemente de pronunciar a letra n do seu apelido. Não seria nada bonito.
Mas também não é bonito que a TVI tente abafar estas situações, denunciando os vídeos que provam o que aconteceu e nada faça para as eliminar. Sim, porque Pedro Pinto não é o único jornalista da TVI a ter cometido gafes referentes ao Futebol Clube do Porto. Mas, de facto, da TVI não se pode esperar respeito pelo Futebol Clube do Porto. Quem, por exemplo, contrata o propagandista oficioso de Luís Filipe Vieira, Pedro Guerra, para comentador desportivo demonstra bem o seu facciosismo. De quem tem comentadores que, em jogos europeus, sofrem mais pelo Real Madrid do que pelo Porto, não se pode, de facto esperar grande coisa. Mas um pouco de boa educação, nunca fez mal a ninguém.Com os melhores cumprimentos,
João Ferreira





