Até aqui, tudo bem. Eu concordo. Na minha casa, só entra quem eu quero, quem eu estimo e quem me quer bem. Na minha casa mando eu, assim como na casa do Futebol Clube do Porto manda o Futebol Clube do Porto. Rui Rio, como sabemos, é persona non grata no Dragão. Rio provocou uma guerra (pouco) santa ao Futebol Clube do Porto. Fez de tudo para parar as obras de construção do estádio do Dragão, ignorou e desprezou o clube, uma das maiores bandeiras da cidade do Porto no mundo. E, acima de tudo, acabou com uma belíssima tradição, ao fechar a varanda da Câmara ao Futebol Clube do Porto, aquando da comemoração dos muitos títulos conquistados, desviando várias festas daquele que é o salão de festas por excelência da cidade, a Avenida dos Aliados, para o Estádio do Dragão. A abertura da varanda nada tinha que ver com promiscuidades entre futebol e política, nem obrigava o presidente do município a estar presente. Era apenas uma tradição bonita, que permitia que os jogadores fossem vistos pela multidão e recebessem a ovação merecida.Resumindo, muito antes do Porto fechar a porta a Rui Rio, já Rui Rio a tinha fechado ao Porto. Quem manda no clube tomou uma excelente decisão, uma decisão que mostra um Porto de cabeça erguida, coluna direita e com boa memória. Pena que tudo isso tenha sido posto em causa quando Vítor Serpa foi convidado para a gala dos Dragões de Ouro, há duas semanas atrás.





Grande decisão. Pena não terem o mesmo comportamento com Lopetegui.
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