ABola e o FC Porto: tão amigos que eles estão
Historicamente, não a relação entre o jornal ABola e o Futebol Clube do Porto não é famosa. E não o é porque, como é mais ou menos público, ABola tem, ao longo dos anos, assumido a pele de jornal semi-oficial do Benfica.
Qualquer portista, do mais novo ao mais idoso sabe, perfeitamente, que não pode confiar no jornal ABola, fruto do seu enorme facciosismo, da sua falta de isenção, dos seus editoriais escritos a vermelho-vivo, da sua falta de decoro.
Nós, os portistas, não nos esquecemos que houve jornalistas de ABola a participar em reuniões de direcção do Benfica. Não nos esquecemos que foi ABola que deu destaque às pretensas agressões a Rui Gomes da Silva. Sabemos que foi ABola que deu a manchete ao papagaio João Gabriel para ele dizer que determinado campeonato conquistado pelo Porto tinha sido "um tributo dos árbitros". Todos nos recordamos que foi um jornalista de ABolaTV que ficou em estado de choque e amuado após uma vitória do nosso andebol na Luz no último segundo da partida. Está bem presente na nossa memória uma capa de ABola a dizer que o Porto não precisava de ser ajudado pelos árbitros após uma justíssima derrota do Benfica em Braga, na época em que fomos treinados por André Villas-Boas. E muito mais poderíamos escrever...

Isto devia ser claro e óbvio para qualquer portista minimamente informado sobre o clube e o que o rodeia. Pena que pareça estar esquecido pela Direcção do Futebol Clube do Porto, que convidou o director do referido jornal, o benfiquista que nem coragem para se assumir como tal tem, disfarçando-se de belenense, Vítor Serpa, para a gala dos Dragões de Ouro. Convenhamos, qualquer jornalista de ABola devia ser considerado persona non-grata no Dragão. Devia, no mais escrupuloso respeito pelas leis, ser impedido de entrar no Dragão. Mas não, é tudo feito ao contrário do que seria expectável e, ABola, na pessoa do seu director, ainda é recebida pomposamente numa gala que deveria ser de, e para portistas.
Apenas apetece perguntar, onde andas tu e o que te fizeram, meu Porto?
Qualquer portista, do mais novo ao mais idoso sabe, perfeitamente, que não pode confiar no jornal ABola, fruto do seu enorme facciosismo, da sua falta de isenção, dos seus editoriais escritos a vermelho-vivo, da sua falta de decoro.
Nós, os portistas, não nos esquecemos que houve jornalistas de ABola a participar em reuniões de direcção do Benfica. Não nos esquecemos que foi ABola que deu destaque às pretensas agressões a Rui Gomes da Silva. Sabemos que foi ABola que deu a manchete ao papagaio João Gabriel para ele dizer que determinado campeonato conquistado pelo Porto tinha sido "um tributo dos árbitros". Todos nos recordamos que foi um jornalista de ABolaTV que ficou em estado de choque e amuado após uma vitória do nosso andebol na Luz no último segundo da partida. Está bem presente na nossa memória uma capa de ABola a dizer que o Porto não precisava de ser ajudado pelos árbitros após uma justíssima derrota do Benfica em Braga, na época em que fomos treinados por André Villas-Boas. E muito mais poderíamos escrever...
Isto devia ser claro e óbvio para qualquer portista minimamente informado sobre o clube e o que o rodeia. Pena que pareça estar esquecido pela Direcção do Futebol Clube do Porto, que convidou o director do referido jornal, o benfiquista que nem coragem para se assumir como tal tem, disfarçando-se de belenense, Vítor Serpa, para a gala dos Dragões de Ouro. Convenhamos, qualquer jornalista de ABola devia ser considerado persona non-grata no Dragão. Devia, no mais escrupuloso respeito pelas leis, ser impedido de entrar no Dragão. Mas não, é tudo feito ao contrário do que seria expectável e, ABola, na pessoa do seu director, ainda é recebida pomposamente numa gala que deveria ser de, e para portistas.
Apenas apetece perguntar, onde andas tu e o que te fizeram, meu Porto?