Pedro Pinto, o jornalista das gafes
Exmos. Senhores,
Hoje, pela terceira vez, o vosso jornalista do Jornal da Uma, Pedro Pinto, cometeu uma gafe relacionada com o Futebol Clube do Porto. Depois de dizer futebol clube do porco em vez de Futebol Clube do Porto, Pedro Pinto chamou, hoje, dia 30 de julho de 2015, lopetoqui ao treinador do Futebol Clube do Porto, Julen Lopetegui.
É óbvio que errar é humano, e toda a gente está sujeita a cometer uma gafe de quando em vez. Pedro Pinto, mesmo sendo um jornalista com bastante experiência também se engana e, tem o problema de o fazer em directo na televisão, com muitos milhares de pessoas a ver. O problema está, quando os erros se repetem, e quando afectam sempre os mesmos. Errar uma vez, é normal, acontece a todos. Errar a segunda vez, ainda se aceita. À terceira, já custa a acreditar que foi um mero erro. E, mais a mais, eu não me recordo de ouvir Pedro Pinto cometer gafes envolvendo qualquer outro clube...
Trocar o nome a uma pessoa ou a uma instituição é algo feio, que não fica bem. É aceitável em pessoas de reduzida formação académica, que muitas vezes sentem dificuldades em pronunciar nomes mais complicados, principalmente se forem estrangeiros. Mas não devemos comparar a eloquência de Pedro Pinto e a sua formação académica com uma dessas pessoas. Faz algum sentido comparar o vosso jornalista com, por exemplo, Jorge Jesus?
Estou certo que Pedro Pinto também não gostaria que, em público, e perante a audiência de milhares de pessoas, alguém lhe trocasse constantemente o nome. Ponho-me a imaginar se Pedro Pinto gostaria que, numa situação dessas, alguém, por exemplo, se esquecesse constantemente de pronunciar a letra n do seu apelido. Não seria nada bonito.
Mas também não é bonito que a TVI tente abafar estas situações, denunciando os vídeos que provam o que aconteceu e nada faça para as eliminar. Sim, porque Pedro Pinto não é o único jornalista da TVI a ter cometido gafes referentes ao Futebol Clube do Porto. Mas, de facto, da TVI não se pode esperar respeito pelo Futebol Clube do Porto. Quem, por exemplo, contrata o propagandista oficioso de Luís Filipe Vieira, Pedro Guerra, para comentador desportivo demonstra bem o seu facciosismo. De quem tem comentadores que, em jogos europeus, sofrem mais pelo Real Madrid do que pelo Porto, não se pode, de facto esperar grande coisa. Mas um pouco de boa educação, nunca fez mal a ninguém.
Com os melhores cumprimentos,
João Ferreira
Hoje, pela terceira vez, o vosso jornalista do Jornal da Uma, Pedro Pinto, cometeu uma gafe relacionada com o Futebol Clube do Porto. Depois de dizer futebol clube do porco em vez de Futebol Clube do Porto, Pedro Pinto chamou, hoje, dia 30 de julho de 2015, lopetoqui ao treinador do Futebol Clube do Porto, Julen Lopetegui.
É óbvio que errar é humano, e toda a gente está sujeita a cometer uma gafe de quando em vez. Pedro Pinto, mesmo sendo um jornalista com bastante experiência também se engana e, tem o problema de o fazer em directo na televisão, com muitos milhares de pessoas a ver. O problema está, quando os erros se repetem, e quando afectam sempre os mesmos. Errar uma vez, é normal, acontece a todos. Errar a segunda vez, ainda se aceita. À terceira, já custa a acreditar que foi um mero erro. E, mais a mais, eu não me recordo de ouvir Pedro Pinto cometer gafes envolvendo qualquer outro clube...
Trocar o nome a uma pessoa ou a uma instituição é algo feio, que não fica bem. É aceitável em pessoas de reduzida formação académica, que muitas vezes sentem dificuldades em pronunciar nomes mais complicados, principalmente se forem estrangeiros. Mas não devemos comparar a eloquência de Pedro Pinto e a sua formação académica com uma dessas pessoas. Faz algum sentido comparar o vosso jornalista com, por exemplo, Jorge Jesus?
Com os melhores cumprimentos,
João Ferreira
A TVI devia dedicar-se à Casa dos Segredos
Uma semana depois daquela bonita cena protagonizada pelos canais Sporttv e TVI, de não enviarem nenhum jornalista à Bielorússia para acompanhar o Futebol Clube do Porto, deixando os intervenientes na partida a falar sozinhos na flash interview, ao contrário do que aconteceu no jogo do Chelsea, onde a estação de Queluz tinha em jornalista para entrevistar José Mourinho, eis que o canal que foi dirigido durante anos por um vice-presidente do Benfica resolve transmitir na última jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões, (mais) um jogo do mesmíssimo Benfica. Feitas as contas, dos seis jogos da fase de grupos, serão/foram transmitidos três do Benfica, dois do Sporting e um do Porto, quando, a justiça, o respeito, a isenção e a independência mandam que fossem transmitidos dois jogos de cada uma das equipas.
Mas não vai ser assim que vai acontecer. Na últim jornada, a TVI volta a optar pelo Benfica, que vai disputar um encontro em que o único motivo de interesse será perceber se o SLB vai acabar a fase grupos com quatro, cinco ou sete pontos, mas sempre em último lugar. Resumindo, é um jogo que não interessa nem ao menino, (nem ao Jorge), Jesus. Por outro lado, o Porto, já apurado e com o primeiro lugar garantido, pode igualar a sua melhor pontuação de sempre na Champions. O mesmo Porto que tem mais pontos que os rivais de Lisboa juntos, nesta edição da prova. O mesmo Porto que foi o único clube que, até ver, ainda não se espetou contra Maribors da vida e que tem 7,5 vezes mais golos marcados do que o clube que vai ter honras de transmissão televisiva em sinal aberto. O mesmo Porto cujos adeptos merecem um tratamento igual aos dos seus rivais. O mesmo Porto que tem tanto direito de ter tantos jogos da Champions transmitidos em sinal aberto do que Benfica ou Sporting.
Infelizmente, a TVI opta por transmitir um jogo que será quase um amigável. Se queriam desprezar e ignorar o Porto, o que não é de admirar, porque para os barrigudos alapados num qualquer escritório lisboeta, tudo o que fugir às portagens de Alverca é um país diferente e atrasado, ao menos que transmitissem o Sporting e evitar passar mais uma provável pouca vergonha, porque para tal já chega a Casa dos Segredos. Pelo menos, o jogo do Sporting tem interesse, o clube tem, realmente alguma coisa em jogo e, eu sempre ouvi dizer que acontecimentos raros ou extraordinários, tipo a eleição de um novo Papa, a prisão de um ex-primeiro-ministro ou a participação do Sporting na Champions League merecem destaque e honras de abertura de telejornais.