Do Rui Rio não somos amigos
É a notícia extra-futebol que marca o dia azul-e-branco. A Sic Notícias tinha alugado o Pavilhão Dragão Caixa para realizar um evento, em parceria com a Caixa Geral de Depósitos, detentora dos naming rights do nosso pavilhão. Nesse evento, decorreria uma edição do programa Quadratura do Círculo, para a qual Rui Rio foi convidado para substituir um dos comentadores residentes. O Futebol Clube do Porto, sabendo da participação do ex-presidente da Câmara Municipal do Porto, fez questão de fazer saber aos organizadores que Rui Rio seria impedido de entrar nas instalações do clube.
Até aqui, tudo bem. Eu concordo. Na minha casa, só entra quem eu quero, quem eu estimo e quem me quer bem. Na minha casa mando eu, assim como na casa do Futebol Clube do Porto manda o Futebol Clube do Porto. Rui Rio, como sabemos, é persona non grata no Dragão. Rio provocou uma guerra (pouco) santa ao Futebol Clube do Porto. Fez de tudo para parar as obras de construção do estádio do Dragão, ignorou e desprezou o clube, uma das maiores bandeiras da cidade do Porto no mundo. E, acima de tudo, acabou com uma belíssima tradição, ao fechar a varanda da Câmara ao Futebol Clube do Porto, aquando da comemoração dos muitos títulos conquistados, desviando várias festas daquele que é o salão de festas por excelência da cidade, a Avenida dos Aliados, para o Estádio do Dragão. A abertura da varanda nada tinha que ver com promiscuidades entre futebol e política, nem obrigava o presidente do município a estar presente. Era apenas uma tradição bonita, que permitia que os jogadores fossem vistos pela multidão e recebessem a ovação merecida.
Resumindo, muito antes do Porto fechar a porta a Rui Rio, já Rui Rio a tinha fechado ao Porto. Quem manda no clube tomou uma excelente decisão, uma decisão que mostra um Porto de cabeça erguida, coluna direita e com boa memória. Pena que tudo isso tenha sido posto em causa quando Vítor Serpa foi convidado para a gala dos Dragões de Ouro, há duas semanas atrás.
Resumindo, muito antes do Porto fechar a porta a Rui Rio, já Rui Rio a tinha fechado ao Porto. Quem manda no clube tomou uma excelente decisão, uma decisão que mostra um Porto de cabeça erguida, coluna direita e com boa memória. Pena que tudo isso tenha sido posto em causa quando Vítor Serpa foi convidado para a gala dos Dragões de Ouro, há duas semanas atrás.
Um cretino é um cretino, um vintém é um vintém e o Rui Gomes da Silva é o Rui Gomes da Silva
Nos vários programas sobre futebol que polulam, ou poluem, a televisão portuguesa, existem vários comentadores que se destacam. Do espalhafato de Manuel Serrão, aos nervos de Eduardo Barroso, da incapacidade de José Guilherme Aguiar à total inabilidade de Rui Oliveira e Costa para pronunciar o nome de um atleta estrangeiro, há comentadores para todos os gostos.
No entanto, há um que se destaca mais que os outros. E por vários motivos. Rui Gomes da Silva, vice-presidente do Benfica e o maior escroque do futebol português. Rui Gomes da Silva foi metido no Dia Seguinte, para substituir outro vice-presidente do Benfica, Sílvio Cervan. E é o "homem", com h bem pequeno, certo para o lugar certo. Num programa claramente tendencioso, onde os comentadores de Sporting e Porto são escolhidos para não incomodar por aí além o representante oficial do Benfica, com a excepção a Dias Ferreira e onde o moderador, no meio da tradicional bajulação a Gomes da Silva, nos presenteia com momentos como o da imagem


aqui ao lado, Rui Gomes da Silva segue a cartilha do seu presidente, criando ruído, mentindo, inventando e estrebuchando, com o único objectivo de manipular a opinião pública, ao bom estilo do soviético Pravda. E, Rui Gomes da Silva representa com mestria o seu papel. Para além de ser mal educado e de, constantemente, falar por cima dos demais, Rui Gomes da Silva tornou-se num incendiário. Com uma conta de Facebook que só serve para insultar e ofender, Rui Gomes da Silva, um vice-presidente do Benfica, insiste em ofender os rivais. Sem que nada lhe suceda. Recorde-se que, Rui Gomes da Silva, foi, entre outros cargos ministro. Num país decente, um indivíduo desta categoria nunca chegaria a ministro. Sim, Rui Gomes da Silva é um dos responsáveis pelo estado do país. Um indivíduo que despreza a cidade onde nasceu, por o Futebol Clube do Porto ser da mesma cidade. Estamos a falar de um indivíduo que, enquanto governante, fez pressões junto da Media Capital para que Marcelo Rebelo de Sousa "moderasse" os seus comentários na TVI contra o governo da altura, liderado por Santana Lopes. Num país decente, um indivíduo desta estirpe nunca estaria à frente de um dos maiores escritórios de advogados de Portugal, que trabalha com o Estado na criação de leis. Num país decente, um indivíduo que inventa que foi agredido por adeptos do Futebol Clube do Porto com um murro na cara, e prefere dar um exclusivo ao jornal ABola, ao invés de apresentar queixa na polícia, e nem sequer fica com marcas do sucedido, já estaria totalmente descredibilizado. Num país decente um indivíduo que mente, finge, aldraba, insulta, denigre, destila ódio e ofende constantemente já estaria preso. Estaria atrás das grades, a pagar por todo o mal que faz.
Porque Rui Gomes da Silva é um ser desprezível. É um daqueles chicos-espertos que subiu na vida a pisar tudo e todos. É um reles caga-tacos que não olha a meios para atingir os seus fins. Rui Gomes da Silva é intelectualmente desonesto. Mas não tenho dúvida que, mais dia, menos dia, irás pagar por tudo o que fizeste.
Porque Rui Gomes da Silva é um ser desprezível. É um daqueles chicos-espertos que subiu na vida a pisar tudo e todos. É um reles caga-tacos que não olha a meios para atingir os seus fins. Rui Gomes da Silva é intelectualmente desonesto. Mas não tenho dúvida que, mais dia, menos dia, irás pagar por tudo o que fizeste.