Quero o meu Porto de volta - a história do eucalipto
Mais um ano passado e, se nada de anormal acontecer, mais um ano a seco no Futebol Clube do Porto.
O meu Porto, o Porto que me habituei a amar está moribundo. E está moribundo porque, para além do desastre desportivo que está à vista de todos, há também um tremendo descalabro financeiro e, principalmente, uma tremenda crise de valores, em que o Portismo foi amarfanhado e pisado foi metido num saco e atirado ao rio Douro.
Sendo certo que este campeonato fica indelevelmente marcado pelo já famoso polvo, que tal como o original de nome Paul, também "adivinha" resultados, mas que ainda tem a capacidade de os determinar e fabricar campeões, o Futebol Clube do Porto tem um outro problema - o eucalipto. Como sempre me ensinaram a olhar para mim antes de olhar para os outros, vou, temporariamente, esquecer o polvo e os seus tentáculos e concentrar-me no eucalipto.
O eucalipto é uma árvore que, por sugar toda a água que encontra, tem tendência a secar tudo à volta. É o que acontece no Futebol Clube do Porto actualmente. O eucalipto acomodou-se ao poder, está confortável com todos os benefícios que obtém com esse poder e está mais preocupado com os outros eucaliptos e eucaliptozinhos do que com o clube. Para tal, o eucalipto secou tudo à sua volta. O eucalipto permite que funcionários do clube insultem e ameacem adeptos nas redes sociais. O eucalipto desrespeita os sócios, dividindo-os em sócios de primeira e de segunda, oferecendo todos os benefícios aos de primeira e ignorando os de segunda. O eucalipto seca toda a oposição à sua volta, remetendo-a a um silêncio quase tão grande como o seu quando as coisas correm mal. Por muito que o polvo tenha muitos tentáculos, não foi o Conselho de Arbitragem que contratou Lopetegui, a Cartilha que escolheu José Peseiro ou a Comunicação Social que anunciou Nuno Espírito Santo como o nosso salvador, só para citar alguns exemplos. Foi o eucalipto.
Se o Futebol Clube do Porto quiser voltar a ganhar, precisa de lenhadores para deitarem abaixo uma floresta demasiado grande de eucaliptos, de interesses e de compadrios. Até lá, tenho duas certezas, por um lado, o meu Porto nunca mais volta, por outro, o estádio do Eucalipto é cada vez mais uma miragem.
O meu Porto, o Porto que me habituei a amar está moribundo. E está moribundo porque, para além do desastre desportivo que está à vista de todos, há também um tremendo descalabro financeiro e, principalmente, uma tremenda crise de valores, em que o Portismo foi amarfanhado e pisado foi metido num saco e atirado ao rio Douro.
Sendo certo que este campeonato fica indelevelmente marcado pelo já famoso polvo, que tal como o original de nome Paul, também "adivinha" resultados, mas que ainda tem a capacidade de os determinar e fabricar campeões, o Futebol Clube do Porto tem um outro problema - o eucalipto. Como sempre me ensinaram a olhar para mim antes de olhar para os outros, vou, temporariamente, esquecer o polvo e os seus tentáculos e concentrar-me no eucalipto.
O eucalipto é uma árvore que, por sugar toda a água que encontra, tem tendência a secar tudo à volta. É o que acontece no Futebol Clube do Porto actualmente. O eucalipto acomodou-se ao poder, está confortável com todos os benefícios que obtém com esse poder e está mais preocupado com os outros eucaliptos e eucaliptozinhos do que com o clube. Para tal, o eucalipto secou tudo à sua volta. O eucalipto permite que funcionários do clube insultem e ameacem adeptos nas redes sociais. O eucalipto desrespeita os sócios, dividindo-os em sócios de primeira e de segunda, oferecendo todos os benefícios aos de primeira e ignorando os de segunda. O eucalipto seca toda a oposição à sua volta, remetendo-a a um silêncio quase tão grande como o seu quando as coisas correm mal. Por muito que o polvo tenha muitos tentáculos, não foi o Conselho de Arbitragem que contratou Lopetegui, a Cartilha que escolheu José Peseiro ou a Comunicação Social que anunciou Nuno Espírito Santo como o nosso salvador, só para citar alguns exemplos. Foi o eucalipto.
Se o Futebol Clube do Porto quiser voltar a ganhar, precisa de lenhadores para deitarem abaixo uma floresta demasiado grande de eucaliptos, de interesses e de compadrios. Até lá, tenho duas certezas, por um lado, o meu Porto nunca mais volta, por outro, o estádio do Eucalipto é cada vez mais uma miragem.
Microfones da aldrabice
Exmos senhores,
Creio que já me conhecerão, uma vez que já vos enviei algumas missivas, embora ainda hoje aguarde resposta, mas volto a apresentar-me: chamo-me João Ferreira e sou adepto e sócio do Futebol Clube do Porto. Como sou uma pessoa transparente, que não mente, não inventa, não aldraba, vou ser claro e por todas as cartas na mesa: não gosto de jornalismo sensacionalista e faccioso, não gosto da Cofina, não gosto do Correio da Manhã. Da minha parte nunca receberão um cêntimo, nem que não houvesse um único rolo de papel higiénico em Portugal. Também informo já que não sou o maior fã do Presidente do Futebol Clube do Porto nem da sua maior claque, os Super Dragões, nem pactuo com actos de violência e vandalismo.
Agora que os dados estão lançados, gostaria de vos dizer que tudo o que se passou ontem é unicamente culpa vossa. E é culpa vossa porque vocês são o pior órgão de comunicação social de Portugal. O Diabo, o Crime ou a revista Maria são mais fiáveis do que vocês. E a mentira estão tão enraizada em vocês que enganam desabrida e descaradamente sem qualquer pingo de vergonha. Ontem, a vossa jornalista Tânia Laranjo, depois de vários metros a importunar o Presidente do Futebol Clube do Porto, que está no seu direito de não querer prestar declarações à comunicação social foi de encontro a um poste. Algo comum a quem não vai atento ao seu caminho. Tudo isto não passaria de um vídeo viral nas redes sociais, que até vos traria alguma publicidade gratuita, não fosse a referida jornalista ter de imediato começado a apregoar em directo para a televisão que tinha sido empurrada por Pinto da Costa. As imagens são claras e evidentes, não houve qualquer empurrão. A vossa jornalista mentiu. Descaradamente, à vista de todos. E quem mente é mentiroso, que foi o que Pinto da Costa lhe chamou. E quem diz a verdade não merece castigo.
Tudo o resto, o roubo do microfone, não sendo bonito, é uma consequência das vossas práticas pouco éticas e correctas. É um acumular de situações, de mentiras, de aldrabices, de invenções - a propósito, Gareth Bale já assinou pelo Sporting? - que fazem qualquer um perder a paciência. Como se não bastasse, ainda se arrogam de publicar um comunicado pleno de insinuações, que não visa nada mais do que incendiar e desviar as atenções das tristes figuras que vocês fazem em prol de um suposto jornalismo que só existe nas vossas cabeças, uma vez que a forma de actuar apenas pisa, suja e envergonha o verdadeiro jornalisto, justo, imparcial e factual. Nesse mesmo comunicado, pedem a actuação do Estado? E porque não pedirem a intervenção do Estado para garantir que o código deontológico do jornalismo seja respeitado? Porque não passarem a ter uma atitude que visa informar e não chocar, mentir e humilhar? Porque não adoptar uma postura séria e respeitadora que vos garanta que haja menos microfones a nadar com os peixinhos num qualquer lago?
Costuma dizer-se que quando alguém quer ser respeitado, tem que se dar ao respeito. E enquanto o Correio da Manhã basear a sua actuação no escândalo e não na realidade, na mentira e não na verdade, nunca será respeitado por ninguém que não sejam pessoas à procura do último romance de celebridades ou de ver uma qualquer moça descascada nas páginas do vosso jornal. Costuma dizer-se que quem brinca com o fogo queima-se, seja esse fogo de um Dragão ou de outro ser vivo qualquer. E diga-se, o Correio da Manhã tem a sua reputação bem queimadinha...
Com os melhores cumprimentos,
João Ferreira
Creio que já me conhecerão, uma vez que já vos enviei algumas missivas, embora ainda hoje aguarde resposta, mas volto a apresentar-me: chamo-me João Ferreira e sou adepto e sócio do Futebol Clube do Porto. Como sou uma pessoa transparente, que não mente, não inventa, não aldraba, vou ser claro e por todas as cartas na mesa: não gosto de jornalismo sensacionalista e faccioso, não gosto da Cofina, não gosto do Correio da Manhã. Da minha parte nunca receberão um cêntimo, nem que não houvesse um único rolo de papel higiénico em Portugal. Também informo já que não sou o maior fã do Presidente do Futebol Clube do Porto nem da sua maior claque, os Super Dragões, nem pactuo com actos de violência e vandalismo.
Agora que os dados estão lançados, gostaria de vos dizer que tudo o que se passou ontem é unicamente culpa vossa. E é culpa vossa porque vocês são o pior órgão de comunicação social de Portugal. O Diabo, o Crime ou a revista Maria são mais fiáveis do que vocês. E a mentira estão tão enraizada em vocês que enganam desabrida e descaradamente sem qualquer pingo de vergonha. Ontem, a vossa jornalista Tânia Laranjo, depois de vários metros a importunar o Presidente do Futebol Clube do Porto, que está no seu direito de não querer prestar declarações à comunicação social foi de encontro a um poste. Algo comum a quem não vai atento ao seu caminho. Tudo isto não passaria de um vídeo viral nas redes sociais, que até vos traria alguma publicidade gratuita, não fosse a referida jornalista ter de imediato começado a apregoar em directo para a televisão que tinha sido empurrada por Pinto da Costa. As imagens são claras e evidentes, não houve qualquer empurrão. A vossa jornalista mentiu. Descaradamente, à vista de todos. E quem mente é mentiroso, que foi o que Pinto da Costa lhe chamou. E quem diz a verdade não merece castigo.
Tudo o resto, o roubo do microfone, não sendo bonito, é uma consequência das vossas práticas pouco éticas e correctas. É um acumular de situações, de mentiras, de aldrabices, de invenções - a propósito, Gareth Bale já assinou pelo Sporting? - que fazem qualquer um perder a paciência. Como se não bastasse, ainda se arrogam de publicar um comunicado pleno de insinuações, que não visa nada mais do que incendiar e desviar as atenções das tristes figuras que vocês fazem em prol de um suposto jornalismo que só existe nas vossas cabeças, uma vez que a forma de actuar apenas pisa, suja e envergonha o verdadeiro jornalisto, justo, imparcial e factual. Nesse mesmo comunicado, pedem a actuação do Estado? E porque não pedirem a intervenção do Estado para garantir que o código deontológico do jornalismo seja respeitado? Porque não passarem a ter uma atitude que visa informar e não chocar, mentir e humilhar? Porque não adoptar uma postura séria e respeitadora que vos garanta que haja menos microfones a nadar com os peixinhos num qualquer lago?
Costuma dizer-se que quando alguém quer ser respeitado, tem que se dar ao respeito. E enquanto o Correio da Manhã basear a sua actuação no escândalo e não na realidade, na mentira e não na verdade, nunca será respeitado por ninguém que não sejam pessoas à procura do último romance de celebridades ou de ver uma qualquer moça descascada nas páginas do vosso jornal. Costuma dizer-se que quem brinca com o fogo queima-se, seja esse fogo de um Dragão ou de outro ser vivo qualquer. E diga-se, o Correio da Manhã tem a sua reputação bem queimadinha...
Com os melhores cumprimentos,
João Ferreira
Bater no fundo
A expressão "bater no fundo" entrou no léxico dos portistas quando Pinto da Costa a usou para descrever o estado a que o Futebol Clube do Porto havia chegado após perder em casa com o Tondela. Daí para cá, o Porto ainda perdeu a final da taça de Portugal, trabalhou mal na pré-temporada, foi eliminado da taça de Portugal e da taça da Liga, embora aqui tenha sido o futebol português a bater no fundo, e está a 6 pontos do primeiro lugar. Na última AG, questionado sobre se não nos continuávamos a afundar depois de "batermos no fundo", Pinto da Costa referiu que isso acontecia porque, para si, o fundo do Porto era muito alto. Foi das coisas mais inteligentes que o nosso Presidente disse nos últimos anos.
Hoje, o Futebol Clube do Porto conseguiu enterrar-se um pouco mais. Hoje batemos no fundo de novo. Se o Tondela nos fez bater no fundo desportivamente, hoje o clube enterrou-se na lama ao nível da moral e da decência.
Foram públicos os actos de vandalismo na madrugada do último domingo em imóveis ligados a Fernando Madureira, líder dos Super Dragões, Adelino Caldeira, vice-presidente do Clube e administrador da SAD e Alexandre Pinto da Costa, filho do Presidente, comissionista de profissão e com um passado de negócios com o Benfica. Concorde-se, ou não, com as mensagens escritas, aquilo não deixou de ser um acto de vandalismo que, com certeza terá sido denunciado às autoridades. No entanto, isto não dá direito ao clube para ter o comportamento deprimente que hoje teve nas redes sociais. Para quem não viu, o clube publicou o vídeo da câmara de segurança do escritório de Adelino Caldeira que mostra um indivíduo de cara tapada a escrever na parede do edifício frases contra a direcção do Porto. Ao mesmo tempo, e num comportamento digno de um qualquer regime ditatorial, acusou o dito indivíduo de não ser portista. Eu sinceramente, não faço a mínima ideia do clube do "escritor de paredes". Não o conheço, não sei quem é e, como tal, não me sinto capaz de fazer esse julgamento. Para piorar, o referido post acusa o indivíduo de estar a fazer isto para dividir os portistas.
Ora, ou o clube tem conhecimento de informações que não divulgou, ou isto não passa de uma sessão de lançamento de areia para os olhos. O que é triste. Os dirigentes do Futebol Clube do Porto insistem em tentar manipular a opinião dos seus adeptos. O Futebol Clube do Porto pertence aos sócios, não é uma monarquia nem um negócio familiar, e os seus sócios têm o direito de ser tratados com todo o respeito e elevação e não como burros a quem se dá a palha que se quer para comer. Qual seria a lógica de um adepto rival querer mudar as coisas no Porto? Porque não deixar esta ruinosa gestão desportiva e financeira continuar? Por acaso algum portista fez alguma coisa para desestabilizar as gestões de Manuel Damásio, Vale e Azevedo ou Godinho Lopes? Claro que não. Para quê travar a decadência de Benfica e Sporting? Se esses clubes se estavam a matar, fomos lá salvá-los, ou ficamos a assistir deliciados?

Já agora, acusar o vândalo dos desenhos de querer dividir os adeptos do Porto é, também, um perfeito disparate. Já se percebeu que os dirigentes do Porto querem unanimismos, querem o mínimo de ruído e contestação para não serem julgados mas, o único portista que recentemente divid
iu os adeptos foi Jorge Nuno Pinto da Costa quando distinguiu os "verdadeiros portistas", os das claques, dos outros.
Que o clube repudie estes actos de vandalismo, estou de acordo. Infelizmente preferiu-se atacar o mensageiro e não a mensagem. Até lá, o clube assobia para o lado e ninguém se responsabiliza pelo negócio Depoitre e por se ter contratado Nuno, que ainda deve andar a festejar o facto de não termos sofrido golos contra o poderoso Paços de Ferreira, bem como ninguém explica a debandada de quadros de topo do clube nem o que anda Alexandre Pinto da Costa realmente a fazer no clube.
O que fica evidente é que os nossos dirigentes andam pouco confortáveis com a crescente onda de contestação. Anda alguém com o rabo bem trilhado e, como se costuma dizer, quem tem cu tem medo. De qualquer forma, e mesmo que esta conversa sobre traseiros o propicie, por uma questão de boa educação, vou coibir-me de comparar a actual gestão do Futebol Clube do Porto com fezes. Valha-nos a inteligência dos portistas a criticar esta trapalhada toda. Por alguma razão Goebbelsiana os comentário ao vídeo no Youtube foram desactivados.
Hoje, o Futebol Clube do Porto conseguiu enterrar-se um pouco mais. Hoje batemos no fundo de novo. Se o Tondela nos fez bater no fundo desportivamente, hoje o clube enterrou-se na lama ao nível da moral e da decência.
Foram públicos os actos de vandalismo na madrugada do último domingo em imóveis ligados a Fernando Madureira, líder dos Super Dragões, Adelino Caldeira, vice-presidente do Clube e administrador da SAD e Alexandre Pinto da Costa, filho do Presidente, comissionista de profissão e com um passado de negócios com o Benfica. Concorde-se, ou não, com as mensagens escritas, aquilo não deixou de ser um acto de vandalismo que, com certeza terá sido denunciado às autoridades. No entanto, isto não dá direito ao clube para ter o comportamento deprimente que hoje teve nas redes sociais. Para quem não viu, o clube publicou o vídeo da câmara de segurança do escritório de Adelino Caldeira que mostra um indivíduo de cara tapada a escrever na parede do edifício frases contra a direcção do Porto. Ao mesmo tempo, e num comportamento digno de um qualquer regime ditatorial, acusou o dito indivíduo de não ser portista. Eu sinceramente, não faço a mínima ideia do clube do "escritor de paredes". Não o conheço, não sei quem é e, como tal, não me sinto capaz de fazer esse julgamento. Para piorar, o referido post acusa o indivíduo de estar a fazer isto para dividir os portistas.
Ora, ou o clube tem conhecimento de informações que não divulgou, ou isto não passa de uma sessão de lançamento de areia para os olhos. O que é triste. Os dirigentes do Futebol Clube do Porto insistem em tentar manipular a opinião dos seus adeptos. O Futebol Clube do Porto pertence aos sócios, não é uma monarquia nem um negócio familiar, e os seus sócios têm o direito de ser tratados com todo o respeito e elevação e não como burros a quem se dá a palha que se quer para comer. Qual seria a lógica de um adepto rival querer mudar as coisas no Porto? Porque não deixar esta ruinosa gestão desportiva e financeira continuar? Por acaso algum portista fez alguma coisa para desestabilizar as gestões de Manuel Damásio, Vale e Azevedo ou Godinho Lopes? Claro que não. Para quê travar a decadência de Benfica e Sporting? Se esses clubes se estavam a matar, fomos lá salvá-los, ou ficamos a assistir deliciados?Já agora, acusar o vândalo dos desenhos de querer dividir os adeptos do Porto é, também, um perfeito disparate. Já se percebeu que os dirigentes do Porto querem unanimismos, querem o mínimo de ruído e contestação para não serem julgados mas, o único portista que recentemente divid
iu os adeptos foi Jorge Nuno Pinto da Costa quando distinguiu os "verdadeiros portistas", os das claques, dos outros.
Que o clube repudie estes actos de vandalismo, estou de acordo. Infelizmente preferiu-se atacar o mensageiro e não a mensagem. Até lá, o clube assobia para o lado e ninguém se responsabiliza pelo negócio Depoitre e por se ter contratado Nuno, que ainda deve andar a festejar o facto de não termos sofrido golos contra o poderoso Paços de Ferreira, bem como ninguém explica a debandada de quadros de topo do clube nem o que anda Alexandre Pinto da Costa realmente a fazer no clube.O que fica evidente é que os nossos dirigentes andam pouco confortáveis com a crescente onda de contestação. Anda alguém com o rabo bem trilhado e, como se costuma dizer, quem tem cu tem medo. De qualquer forma, e mesmo que esta conversa sobre traseiros o propicie, por uma questão de boa educação, vou coibir-me de comparar a actual gestão do Futebol Clube do Porto com fezes. Valha-nos a inteligência dos portistas a criticar esta trapalhada toda. Por alguma razão Goebbelsiana os comentário ao vídeo no Youtube foram desactivados.
O que realmente se passa com a arbitragem
Como se sabe há árbitros profissionais e árbitros não profissionais. E os árbitros são muito bem remunerados. Um árbitro consegue facilmente ganhar 20.000 euros brutos só a apitar em Portugal. Os melhores, recebem mais de 40.000 euros, fora os rios de dinheiro que auferem quando são nomeados para jogos internacionais. A isto acrescem as significativas ajudas de custo, apoios vários, como equipamento de treino e despesas pagas. É por isso natural que os árbitros tenham ambição em ser melhores, em ser promovidos a internacionais. O rendimento que obtêm ao serem árbitros de primeira categoria permite-lhes ter uma vida muito mais confortável, permite-lhes ter boas férias, dar melhores condições de vida aos filhos, etc. E se há árbitros que não precisam de da arbitragem para viver, como Pedro Proença, outros há que possuem empregos mal remunerados ou estão até desempregados.
É assim, compreensível que os árbitros façam tudo o que estiver ao seu alcance para obterem boas classificações e subirem na carreira. O problema, e aqui está a chave da questão, é que não são as melhores arbitragens que garantem as melhores notas e os melhores jogos. Há imensos factos que o demonstram. Comecemos por Marco Ferreira. Há duas épocas atrás, Marco Ferreira apitou duas derrotas do Benfica e, numa delas, teve o desplante de expulsar Luisão. Foi despromovido. E se tivesse sido justamente despromovido, não haveria nada a dizer, mas repare-se, o mesmo Conselho de Arbitragem que o despromoveu nomeou-o semanas antes para arbitrar a final de uma taça. E nunca, por muitos erros que cometa, Marco Ferreira seria pior que Bruno Paixão, por exemplo. Continuemos com Manuel Oliveira, árbitro que estará desempregado. Em agosto foi nomeado para arbitrar o Benfica-Vitória de Setúbal. O jogo acabou empatado e, de facto, o árbitro cometeu alguns lapsos. Foi directo para a jarra uns tempos e, desde então, passa mais tempo a arbitrar na segunda liga do que na primeira, recebendo menos dinheiro por isso. Por outro lado, Jorge Sousa. No final de novembro arbitrou um polémico Boavista-Guimarães, marcando um penalty quando uma bola rematada a menos de um metro bateu no braço de um jogador do Boavista. Nada lhe aconteceu e foi nomeado, poucas semanas depois para o Benfica-Sporting. Quando a bola ressaltou para a mão de Pizzi e depois de uma mão para a outra, nada lhe aconteceu. Mas analisando os dois lances, percebe-se que o árbitro foi incoerente. Num deles cometeu um erro muito grave, mas nada lhe aconteceu. O mesmo aconteceu a Bruno Esteves que, 3 dias depois de fechar os olhos a um penalty escabroso sobre Maxi Pereira no Porto-Marítimo foi arbitrar o Tondela-Boavista.
Neste momento, o Conselho de Arbitragem não promove os melhores árbitros e pune os piores. Promove os que ajudam o Benfica e prejudicam o Futebol Clube do Porto. E os árbitros, por mais honestos e imparciais que sejam, sabem disto e são afectados por isso. Mesmo que não façam de propósito, o seu subconsciente funciona e, na dúvida, apitam sempre contra o Porto e sempre a favor do Benfica. Só assim se percebe os inúmeros recordes de jogos sem penaltis contra e sem expulsões que o Benfica tem.
Era no Conselho de Arbitragem que os dirigentes do Futebol Clube do Porto se deviam focar, e não nos árbitros. É para o Conselho de Arbitragem, onde pontifica João "pode ser o João" Ferreira, que o Porto se deve voltar. E não é no Facebook, no Dragões Diário ou através do director de comunicação. São os dirigentes que têm que dar a cara, secundados pelo treinador, que se deve preocupar mais em defender os interesses do clube do que com castigos.
Recomenda-se a que vejam também o programa de ontem (dia 4/01/17) do Porto Canal, o Universo Porto onde se falou deste tema e dizem as verdades também.
Quanto às supostas pressões ou agressões que "membros dos SD" que supostamente estiveram na Maia, no centro de treinos dos árbitros, importa também dizer:
- Fontelas Gomes é o presidente do conselho de arbitragem
- O conselho de arbitragem fica em Lisboa
- O presidente do conselho de arbitragem testemunhou o que aconteceu entre adeptos alegadamente do FC Porto, e o árbitro do próximo encontro.
A primeira pergunta é: Quem avisou o presidente do conselho de arbitragem que isto ia acontecer, para que este se encontrasse no local certo, a hora certa, de forma a ser a única testemunha deste caso? Ou é só outra coincidência?
A imparcialidade do Pasquim da Queimada
Um jornal desportivo, como qualquer outro, devia ser imparcial. Ou pelo menos tentar mostrar sê-lo.
Mas como é bem conhecido da nossa praça, se há coisa que o jornal A Bola nunca foi, foi ser imparcial. Não dá, por mais que tentem uns dizer que o são, porque até são do Belenenses, outros porque não têm clube, outros por qualquer outra razão, não dá para esconder.
A agenda é esta, a propaganda tem de ser lançada. E o problema é que com isto vão conseguindo controlar a manada.
Mas nós não nos podemos deixar iludir, porque a equipa que joga muito, é rolo compressor (só que não), podia não estar onde está não fossem factores externos. E senão fosse isso mesmo, nós mesmo a não jogar como devíamos estaríamos em primeiro lugar, já com alguma distância do segundo classificado.
Depois disto tudo, cabe-me só pedir desculpa pelo excesso de vermelho numa página deste blogue.
Alexandre, o homenageado
Voltemos a um tema que tem marcado a agenda deste blog nas últimas semanas, Alexandre Pinto da Costa, um mero sócio do Futebol Clube do Porto que, por infeliz coincidência, é filho do homem que dirige os destinos do clube há mais de 30 anos.
Decorreu o jantar de Natal do grupo liderado pelo conhecido sócio portista Fernando Cerqueira, que a cada acto eleitoral do Futebol Clube do Porto se encarrega de lutar para que Pinto da Costa se recandidate a um novo mandato, recolhendo assinaturas e tratando de toda a burocracia associada. No jantar, de acordo com o que a comunicação social noticia foram homenageadas várias personalidades, entre as quais os irmãos Reinaldo Teles e Joaquim Pinheiro, figuras históricas do Futebol Clube do Porto e o filho do Presidente Pinto da Costa. Se as primeiras homenagens não causam surpresa alguma, a homenagem a Alexandre Pinto da Costa provoca-me estranheza e revolta.
De facto, se um grupo de portistas se junta e aproveita para homenagear alguém, pressupõe-se que, ou estão a homenagear alguém pelos serviços prestados ao clube, quiçá à cidade, à comunidade ou até ao país, ou então estão todos malucos. Como eu confio no bom senso e na sanidade mental das pessoas e não me recordo de qualquer intervenção cívica relevante de Alexandre, o homenageado, fora um curto no período na vereação, sem pelouro, claro, da câmara do Porto, presidida na altura por Fernando Gomes, sim, esse mesmo, o actual vice-presidente do clube e administrador da SAD, sou forçado a concluir que Alexandre, o homenageado terá prestado serviços relevantes ao Futebol Clube do Porto. Quais, para além de ter arranjado emprego ao pai de Rui Pedro, pouca gente o saberá. Eu não sei, pelo menos, mas como não tenho quaisquer ambições de ser dono e senhor da verdade, pergunto a quem me souber responder, que serviços foram esses.
Na verdade, apenas me recordo de péssimos serviços prestados por Alexandre, o homenageado, ao Futebol Clube do Porto. Desde logo, quando por alturas da viragem de século se associou a José Veiga e os dois trabalharam em conjunto para levar jogadores das Antas para a Luz como Miki Feher, João Manuel Pinto e o antigo ídolo azul-e-branco Ljubinko Drulovic. Aliás, Alexandre, o homenageado prestou tão maus serviços ao Porto, aquando da sua associação a Veiga que o próprio pai cortou relações com ele. Já depois da reconciliação, Alexandre, o homenageado, para além de ter recebido comissões ilegais tornou-se, de novo, um valoroso agente de jogadores que só consegue negócios relevantes com o Futebol Clube do Porto e nada mais. Ninguém acreditará que Alexandre, o homenageado, ganha a vida a transferir jovens jogadores do Vila Meã para o Leixões, pois não?
Na realidade, Alexandre, o homenageado, manteve a bitola, sacar ao Futebol Clube do Porto. Se antes sacava jogadores a custo zero para o maior rival, agora saca dinheiro, rios de dinheiro.
Aquilo que me parece é que esta homenagem para ser mais um alicerce para fazer erguer uma candidatura de Alexandre, o homenageado, à presidência do Futebol Clube do Porto. Mais um alicerce depois da última entrevista de Pinto da Costa ao Jornal de Notícias. É bom que os portistas abram os olhos. O pior que nos poderia acontecer era um indivíduo que já devia ter sido expulso de associado do Futebol Clube do Porto e que devia estar terminantemente proibido de sequer se aproximar das instalações do clube, quanto mais tornar-se Presidente.
Têm a palavra os sócios portistas.
Decorreu o jantar de Natal do grupo liderado pelo conhecido sócio portista Fernando Cerqueira, que a cada acto eleitoral do Futebol Clube do Porto se encarrega de lutar para que Pinto da Costa se recandidate a um novo mandato, recolhendo assinaturas e tratando de toda a burocracia associada. No jantar, de acordo com o que a comunicação social noticia foram homenageadas várias personalidades, entre as quais os irmãos Reinaldo Teles e Joaquim Pinheiro, figuras históricas do Futebol Clube do Porto e o filho do Presidente Pinto da Costa. Se as primeiras homenagens não causam surpresa alguma, a homenagem a Alexandre Pinto da Costa provoca-me estranheza e revolta.De facto, se um grupo de portistas se junta e aproveita para homenagear alguém, pressupõe-se que, ou estão a homenagear alguém pelos serviços prestados ao clube, quiçá à cidade, à comunidade ou até ao país, ou então estão todos malucos. Como eu confio no bom senso e na sanidade mental das pessoas e não me recordo de qualquer intervenção cívica relevante de Alexandre, o homenageado, fora um curto no período na vereação, sem pelouro, claro, da câmara do Porto, presidida na altura por Fernando Gomes, sim, esse mesmo, o actual vice-presidente do clube e administrador da SAD, sou forçado a concluir que Alexandre, o homenageado terá prestado serviços relevantes ao Futebol Clube do Porto. Quais, para além de ter arranjado emprego ao pai de Rui Pedro, pouca gente o saberá. Eu não sei, pelo menos, mas como não tenho quaisquer ambições de ser dono e senhor da verdade, pergunto a quem me souber responder, que serviços foram esses.
Na verdade, apenas me recordo de péssimos serviços prestados por Alexandre, o homenageado, ao Futebol Clube do Porto. Desde logo, quando por alturas da viragem de século se associou a José Veiga e os dois trabalharam em conjunto para levar jogadores das Antas para a Luz como Miki Feher, João Manuel Pinto e o antigo ídolo azul-e-branco Ljubinko Drulovic. Aliás, Alexandre, o homenageado prestou tão maus serviços ao Porto, aquando da sua associação a Veiga que o próprio pai cortou relações com ele. Já depois da reconciliação, Alexandre, o homenageado, para além de ter recebido comissões ilegais tornou-se, de novo, um valoroso agente de jogadores que só consegue negócios relevantes com o Futebol Clube do Porto e nada mais. Ninguém acreditará que Alexandre, o homenageado, ganha a vida a transferir jovens jogadores do Vila Meã para o Leixões, pois não?
Na realidade, Alexandre, o homenageado, manteve a bitola, sacar ao Futebol Clube do Porto. Se antes sacava jogadores a custo zero para o maior rival, agora saca dinheiro, rios de dinheiro.
Aquilo que me parece é que esta homenagem para ser mais um alicerce para fazer erguer uma candidatura de Alexandre, o homenageado, à presidência do Futebol Clube do Porto. Mais um alicerce depois da última entrevista de Pinto da Costa ao Jornal de Notícias. É bom que os portistas abram os olhos. O pior que nos poderia acontecer era um indivíduo que já devia ter sido expulso de associado do Futebol Clube do Porto e que devia estar terminantemente proibido de sequer se aproximar das instalações do clube, quanto mais tornar-se Presidente.
Têm a palavra os sócios portistas.
Por favor, continuem a roubar-nos
Ontem, 19 de dezembro de 2016, ocorreu no Estádio Dragão mais um episódio do caso de polícia no qual o campeonato nacional se tornou. Jogo após jogo, o Futebol Clube do Porto é assaltado, vilipendiado. Não fosse o enorme investimento efetuado pelo Benfica na aquisição de reforços de apito na boca ou bandeirinha na mão e o Futebol Clube do Porto, pese embora os inúmeros tiros nos próprios pés que tem dado, era líder e o mais forte candidato ao título de campeão nacional.
O Porto e o seu Presidente falam em 15 penaltis sonegados esta época. Não vou entrar em contabilidades, mas fora várias grandes penalidades cometidas no exato momento em que os árbitros foram encandeados pelo sol, mesmo em jogos à noite, facto que os impediu de correctamente ajuizar os lances, há os vermelhos perdoados a adversários, a permissividade quanto ao jogo violento e, o pior, o critério adoptado esta época segundo o qual de cada vez que há um contacto entre uma mão e uma bola dentro da grande área, o lance é sempre decidido a favor do Benfica e contra o Porto.
Mas eu peço aos árbitros e ao conselho de arbitragem da FPF para continuarem. Continuem a roubar-nos forte e feio. Eu quero mais Vascos Santos como o de ontem, Capelas como o de Chaves ou Tiagos Martins como o de Alvalade. Eu cresci adepto de um clube guerreiro, que faz das fraquezas forças e que se une para derrotar quem nos quer mal. Foi na luta contra o centralismo, foi nos roubos de catedral, foi nos manacas e nos chineses desta vida, foi nos apedrejamentos no Jamor que o Porto se fez enorme. Enquanto nos continuarem a roubar, nos nossos jogos, nós daremos a volta por cima, porque temos essa possibilidade, como ontem se viu. Enquanto tivermos armas para lutar, lutaremos até à exaustão. E ganhar, assim, dará muito mais gozo.

A propósito de mãos, ontem os Super Dragões apresentaram uma faixa elucidativa, e que o Fotos da Curva, atentamente, eternizou em foto. Bola na mão ou mão na bola depende da cor da camisola. Como quem lê o que eu escrevo, não sou nem nunca serei o maior fã dos Super Dragões. Já expus os meus motivos no passado e não vale a pena fazê-lo de novo. Mas desta vez curvo-me perante quem tão bem descreveu o estado de coisas nos bastidores do futebol português.
E como o colinho não ocorre apenas no futebol, a Federação de Andebol resolveu punir o pivot do Futebol Clube do Porto, Victor Iturriza com quatro jogos de castigo por uma agressão no jogo contra o Benfica. Vamos a factos. Victor Iturriza foi bem expulso. Teve um lance violento contra um adversário. Mas no mesmo jogo há dois lances piores da parte de atletas do Benfica que não suscitaram qualquer atitude disciplinar, nem dos árbitros, nem da Federação. Mas compreende-se, perdendo o melhor jogador com uma gravíssima lesão no joelho e com Pizzi cedido à equipa de futebol, há que equilibrar as coisas.
O Porto e o seu Presidente falam em 15 penaltis sonegados esta época. Não vou entrar em contabilidades, mas fora várias grandes penalidades cometidas no exato momento em que os árbitros foram encandeados pelo sol, mesmo em jogos à noite, facto que os impediu de correctamente ajuizar os lances, há os vermelhos perdoados a adversários, a permissividade quanto ao jogo violento e, o pior, o critério adoptado esta época segundo o qual de cada vez que há um contacto entre uma mão e uma bola dentro da grande área, o lance é sempre decidido a favor do Benfica e contra o Porto.
Mas eu peço aos árbitros e ao conselho de arbitragem da FPF para continuarem. Continuem a roubar-nos forte e feio. Eu quero mais Vascos Santos como o de ontem, Capelas como o de Chaves ou Tiagos Martins como o de Alvalade. Eu cresci adepto de um clube guerreiro, que faz das fraquezas forças e que se une para derrotar quem nos quer mal. Foi na luta contra o centralismo, foi nos roubos de catedral, foi nos manacas e nos chineses desta vida, foi nos apedrejamentos no Jamor que o Porto se fez enorme. Enquanto nos continuarem a roubar, nos nossos jogos, nós daremos a volta por cima, porque temos essa possibilidade, como ontem se viu. Enquanto tivermos armas para lutar, lutaremos até à exaustão. E ganhar, assim, dará muito mais gozo.

A propósito de mãos, ontem os Super Dragões apresentaram uma faixa elucidativa, e que o Fotos da Curva, atentamente, eternizou em foto. Bola na mão ou mão na bola depende da cor da camisola. Como quem lê o que eu escrevo, não sou nem nunca serei o maior fã dos Super Dragões. Já expus os meus motivos no passado e não vale a pena fazê-lo de novo. Mas desta vez curvo-me perante quem tão bem descreveu o estado de coisas nos bastidores do futebol português.
E como o colinho não ocorre apenas no futebol, a Federação de Andebol resolveu punir o pivot do Futebol Clube do Porto, Victor Iturriza com quatro jogos de castigo por uma agressão no jogo contra o Benfica. Vamos a factos. Victor Iturriza foi bem expulso. Teve um lance violento contra um adversário. Mas no mesmo jogo há dois lances piores da parte de atletas do Benfica que não suscitaram qualquer atitude disciplinar, nem dos árbitros, nem da Federação. Mas compreende-se, perdendo o melhor jogador com uma gravíssima lesão no joelho e com Pizzi cedido à equipa de futebol, há que equilibrar as coisas.
O Pai do Alexandre
Eu sou do tempo em que quando o Presidente do Futebol Clube do Porto falava, o país abanava. Ninguém ficava indiferente às palavras de Pinto da Costa. Ninguém. Pinto da Costa atacava indiscriminadamente quem ousasse beliscar o Porto. Os inimigos do Porto eram seus inimigos. E quem se metia com Pinto da Costa e o Futebol Clube do Porto estava, normalmente, tramado. Quem tiver memória lembra-se de como indivíduos como Luís Filipe Vieira, Dias da Cunha, João Malheiro, Sousa Cintra, Valentim Loureiro e o seu filho João ou Pimenta Machado foram ridicularizados por Pinto da Costa.
Era um tempo em que Pinto da Costa punha o clube à frente de tudo e de todos. Há um dirigente do Porto que é administrador da Cofina? Rua com ele. Há um Dragão de Ouro que se torna empresário de jogadores e é muito próximo do Benfica? Torna-se persona non grata. Esse empresário arrasta o filho do Presidente com ele? Corta-se relações com o próprio filho. Nada mais simples.
Hoje, Pinto da Costa mudou radicalmente. Se antes Pinto da Costa se batia pelos seus até à exaustão, actualmente não se importa de ridicularizar publicamente um atleta do clube, Adrian Lopez, para se salvaguardar do disparate que fez ao contratá-lo. Diz Pinto da Costa que o contratou porque Jorge Mendes e Lopetegui fizeram de Adrian Lopez um novo Maradona e que investiu 11,6 milhões de euros porque Mendes lhe prometeu que se a aposta fosse falhada o Porto recuperava o investimento. E o departamento de scouting, que disse de Adrian Lopez? Não foi ouvido? E que presidente é este que mete 12 milhões de euros nas mãos de um empresário? O único culpado pelo falhanço da contratação de Adrian, para além do próprio, que não mostrou cá um décimo do que fez em Espanha é o próprio Pinto da Costa, que foi comido de cebolada e ainda se faz de vítima.
Hoje, Pinto da Costa é mais o pai do Alexandre do que o Presidente do Futebol Clube do Porto. Hoje o Presidente do Futebol Clube do Porto preocupa-se mais em defender os interesses do filho do que os do clube. Em todas as entrevistas, quando o tema é abordado ainda que ao de leve, Pinto da Costa veste a capa de justiceiro e defende o filho até à exaustão. Defende mais o filho do que o clube, clube do qual é presidente e é nessa qualidade que é entrevistado. Pinto da Costa não se cansa de referir que não tem culpa que o filho seja agente de atletas (a propósito, alguém reparou que Alexandre, o injustiçado, desapareceu da página da Energy Soccer?). Mas foi na condição de agente de atletas, e associado de José Veiga que Alexandre, o mal-amado, levou Drulovic, João Manuel Pinto e Feher do Porto para o Benfica e foi na qualidade de agente de atletas que Alexandre, o homem de bom coração que arranja emprego ao pai de um atleta, festejou um campeonato do Benfica no Bessa em 2005? Entretanto, Alexandre, o desgraçado, lá vai fazendo as suas negociatas, enchendo os bolsos à custa do clube, recebendo comissões ilícitas e para o pai de Alexandre, o empreendedor, está tudo bem. Pergunto eu, e para o presidente do Futebol Clube do Porto está tudo bem? E para o sócio e adepto Jorge Nuno Pinto da Costa?
Por fim, e a propósito da entrevista de ontem ao JN, mais dois assuntos. Primeiro, Pinto da Costa referiu-se aos membros das claques, como os verdadeiros portistas. Em primeiro lugar eu não sou membro de nenhuma claque, mas, pelo menos, não me engano no nome delas, e não admito a ninguém, nem a Pinto da Costa que classifique o meu portismo. Em segundo lugar, que eu saiba Pinto da Costa nunca pertenceu a nenhuma claque... Segundo, Pinto da Costa voltou a referir o provedor do sócio, dizendo que está disponível para atender os associados. Pena é que eu envie um e-mail em agosto com um conjunto de sugestões e receba a resposta três (!) meses depois com um "obrigado, vamos analisar". Fica a questão, quando Alexandre, o orgulhoso associado, tem algum problema com o clube, dirige-se ao provedor e fica três meses à espera ou vai directamente ao pai, como faz quando quer comprar acções da SAD?
Era um tempo em que Pinto da Costa punha o clube à frente de tudo e de todos. Há um dirigente do Porto que é administrador da Cofina? Rua com ele. Há um Dragão de Ouro que se torna empresário de jogadores e é muito próximo do Benfica? Torna-se persona non grata. Esse empresário arrasta o filho do Presidente com ele? Corta-se relações com o próprio filho. Nada mais simples.
Hoje, Pinto da Costa mudou radicalmente. Se antes Pinto da Costa se batia pelos seus até à exaustão, actualmente não se importa de ridicularizar publicamente um atleta do clube, Adrian Lopez, para se salvaguardar do disparate que fez ao contratá-lo. Diz Pinto da Costa que o contratou porque Jorge Mendes e Lopetegui fizeram de Adrian Lopez um novo Maradona e que investiu 11,6 milhões de euros porque Mendes lhe prometeu que se a aposta fosse falhada o Porto recuperava o investimento. E o departamento de scouting, que disse de Adrian Lopez? Não foi ouvido? E que presidente é este que mete 12 milhões de euros nas mãos de um empresário? O único culpado pelo falhanço da contratação de Adrian, para além do próprio, que não mostrou cá um décimo do que fez em Espanha é o próprio Pinto da Costa, que foi comido de cebolada e ainda se faz de vítima.
Hoje, Pinto da Costa é mais o pai do Alexandre do que o Presidente do Futebol Clube do Porto. Hoje o Presidente do Futebol Clube do Porto preocupa-se mais em defender os interesses do filho do que os do clube. Em todas as entrevistas, quando o tema é abordado ainda que ao de leve, Pinto da Costa veste a capa de justiceiro e defende o filho até à exaustão. Defende mais o filho do que o clube, clube do qual é presidente e é nessa qualidade que é entrevistado. Pinto da Costa não se cansa de referir que não tem culpa que o filho seja agente de atletas (a propósito, alguém reparou que Alexandre, o injustiçado, desapareceu da página da Energy Soccer?). Mas foi na condição de agente de atletas, e associado de José Veiga que Alexandre, o mal-amado, levou Drulovic, João Manuel Pinto e Feher do Porto para o Benfica e foi na qualidade de agente de atletas que Alexandre, o homem de bom coração que arranja emprego ao pai de um atleta, festejou um campeonato do Benfica no Bessa em 2005? Entretanto, Alexandre, o desgraçado, lá vai fazendo as suas negociatas, enchendo os bolsos à custa do clube, recebendo comissões ilícitas e para o pai de Alexandre, o empreendedor, está tudo bem. Pergunto eu, e para o presidente do Futebol Clube do Porto está tudo bem? E para o sócio e adepto Jorge Nuno Pinto da Costa?
Por fim, e a propósito da entrevista de ontem ao JN, mais dois assuntos. Primeiro, Pinto da Costa referiu-se aos membros das claques, como os verdadeiros portistas. Em primeiro lugar eu não sou membro de nenhuma claque, mas, pelo menos, não me engano no nome delas, e não admito a ninguém, nem a Pinto da Costa que classifique o meu portismo. Em segundo lugar, que eu saiba Pinto da Costa nunca pertenceu a nenhuma claque... Segundo, Pinto da Costa voltou a referir o provedor do sócio, dizendo que está disponível para atender os associados. Pena é que eu envie um e-mail em agosto com um conjunto de sugestões e receba a resposta três (!) meses depois com um "obrigado, vamos analisar". Fica a questão, quando Alexandre, o orgulhoso associado, tem algum problema com o clube, dirige-se ao provedor e fica três meses à espera ou vai directamente ao pai, como faz quando quer comprar acções da SAD?
Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa - revisited
Num dos meus primeiros posts aqui no Mística do Dragão, em novembro de 2013, escrevi sobre o nosso Presidente, Pinto da Costa. Na altura, Jorge Nuno Pinto da Costa passava um momento complicado com um grave problema de saúde e, ignorando que se estava a falar de um ser humano, em Lisboa já se preparava o espumante para festejar uma eventual morte do Presidente do Futebol Clube do Porto.
Na altura, como poderão ler, teci os maiores elogios a Pinto da Costa. Elogios que mantenho. Não sou ingrato, e sei que se o Porto é enorme e não apenas grande, o deve a Pinto da Costa. Se o Porto é, ou foi, temido por tudo e todos deve-o a Pinto da Costa. Se hoje achamos inconcebível ir em quarto lugar é a Pinto da Costa que o devemos. Pinto da Costa ficará na história do clube e do futebol mundial como um dirigente ímpar.
Pinto da Costa é humano e como qualquer humano, erra. E até era conhecido por errar menos que os outros. Vai daí que o erro deve ser tolerado e a Pinto da Costa mais tolerado ainda.
Mas, a realidade, é que não é o passado que vai apagar o presente e não são os inúmeros sucessos passados que vão compensar o terrível presente. Neste momento, criticar a gestão do Futebol Clube do Porto e Pinto de Costa não é um acto de ingratidão, não é um acto de sobranceria ou de desprezo por quem tanto nos deu. É um acto de valoroso e corajoso portismo, e também de decência, porque nem mesmo o mais fervoroso dos "pintistas" conseguirá ver pontos positivos na gestão dos últimos anos, que deixou o clube sem títulos e sem dinheiro, mas com dívidas e vergonha.
A verdade é apenas uma a gestão do Futebol Clube do Porto tem sido tenebrosa e se, no passado, podíamos comparar a gestão de Pinto da Costa às dos melhores dirigentes da história, como Santiago Bernabeu, e não ficar a perder, hoje Pinto da Costa é capaz de bater facilmente o recorde de maior prejuízo de uma SAD em Portugal, que era de Godinho Lopes ou de estar prestes a igualar o maior período de seca de títulos do Benfica, na gestão de Luís Filipe Vieira.
Hoje, Pinto da Costa é um Presidente bem diferente do que já foi. Um Presidente que era o primeiro a dar o peito às balas para defender os seus, hoje esconde-se nos maus momentos, abandona a equipa e o treinador à tradicional chuva de ataques vis vinda de Lisboa e a única defesa que faz dos seus é arranjar emprego à família inteira em entidades do Grupo FC Porto. De um Presidente que assumia a si as responsabilidades vemos hoje um Presidente a tentar escapar-se como pode das críticas e incapaz de fazer auto-crítica. De um Presidente que ia a qualquer canal dominar uma entrevista e constipava Lisboa inteira com um simples espirro, passamos a um Presidente que apenas dá entrevistas em ambiente controlado, ao Porto Canal. De um Presidente que empolgava os sócios e adeptos portistas com meia dúzia de palavras passamos a um Presidente amorfo, que consegue ser o sócio menos aplaudido de uma Assembleia-Geral e cujas suas únicas intervenções relevantes foram apelidar de cobarde um sócio ausente e de pouco inteligentes todas as intervenções de consócios onde existiram críticas à gestão do clube e da SAD. De um Presidente confiável, de palavra honrada para com os sócios, passamos a um Presidente que falta à verdade frequentemente para esses mesmos associados. De facto, depois de ter prometido que nunca mais contataria uma jogador que não conhecia, por causa do fracasso Campaña, contratou mais um jogador que não conhecia, como o próprio o afirmou. Chama-se Depoitre. Prometeu Rafa no plantel principal, mas esqueceu-se de dizer que era no do Rio Ave. Prometeu uma pré-época mais longa que o normal para ser bem preparada e contratou 3 ou 4 atletas na última semana do mercado. De um Presidente que era o melhor vendedor do Mundo passamos a um Presidente que se gaba de recusar 30 milhões por Hector Herrera.
Pinto da Costa ficará para sempre na história do Futebol Clube do Porto pelos melhores motivos. Foi um enorme presidente, sem igual. Só espero que também não fique pelos piores, como o Presidente que vendeu a SAD a um multimilionário, o Presidente que faliu o Clube ou o Presidente que nos conduziu a um deserto de títulos. Para deserto já basta o de golos.
Hoje, Pinto da Costa não faz parte da solução dos problemas do Porto. Ele é o problema. E não ver isto não é ser ingrato, não é ter memória curta. É apenas não ser como um árbitro de cada vez que um jogador do Porto cai na área. Cego.
O prejuízo da (falta de) vergonha
A SAD do Futebol Clube do Porto apresentou hoje as contas da época 2015/16. Estas destacam-se por um prejuízo nunca antes visto de 58 milhões. E por prejuízo nunca antes visto, falo de algo que nunca ocorreu no futebol português. Sim, nem Godinho Lopes conseguiu fazer tão mal e mesmo assim foi escorraçado do lugar que ocupava.
E quando o Porto apresenta umas contas piores que as da direcção de Godinho Lopes, só podemos estar a falar de insanidade, irresponsabilidade, inconsciência. E isto para não apelidar esta gestão de danosa.
Vamos a factos, um prejuízo de 58 milhões é mau. Um prejuízo de 58 numa sociedade que, decorrente da sua actividade normal apenas teve rendimentos de 76 milhões, é péssimo. Significa que a actividade normal do clube é extremamente deficitária e, nem sequer chega para cobrir os custos da sua actividade normal, de cerca de 124 milhões de euros. E ainda faltam aqui juros, impostos, etc. Em qualquer sociedade normal, este números seriam suficientes para a empresa entrar em bancarrota e para haver demissões dos responsáveis. No Futebol Clube do Porto, assobia-se para o lado e diz-se que o prejuízo foi calculado. Agora, tentem ler isto sem se rirem: "a SAD do Porto apresentou um prejuízo maior do que aqueles apresentados pelo Sporting de Godinho Lopes e ainda diz que o fez de propósito". Impossível, não é?

Mas todos nós sabíamos da extraordinária dependência das mais-valias. Todos sabíamos do fair-play financeiro, que não foi cumprido. Os administradores da SAD, têm a obrigação de o saber melhor que nós. Sabendo disto, a SAD optou por investir 75 milhões de euros em passes de atletas (comissões incluídas). Das duas uma, ou os administradores são burros, ou fazem de propósito. Impossível é justificar isto.
Mas há mais, os salários continuam a aumentar. Os gastos com o pessoal ascenderam a 75 milhões de euros. Isto significa que cada ponto conquistado no campeonato custou mais de um milhão de euros. Fabuloso. Depois, somos surpreendidos com negócios com o São Paulo. Se já sabíamos que havíamos vendido Maicon, ficamos a saber que o negócio se fez por 12 milhões de euros. Também sabíamos que, no negócio, havia sido incluído Inácio, um jovem defesa esquerdo, que, segundo o relatório & contas custou 3 milhões por 50% do passe. Se não efetuámos mais nenhum negócio com o São Paulo e na época anterior não devíamos um tostão ao clube brasileiro, como é que devemos 6 milhões?
Enfim, João Pinto disse um dia que "estava à beira do precipício e tomou a decisão correta, dando um passo em frente". Já os administradores da SAD, talvez inspirados pelo regresso do Dragon Ball, estavam à beira do precipício e resolveram saltar, talvez esperando que aparecesse a nuvem mágica. Não apareceu, mas eles acham que sim. Brevemente deve haver uma Assembleia-Geral para votar as contas e o orçamento do clube. Está na altura dos sócios se fazerem ouvir.
E quando o Porto apresenta umas contas piores que as da direcção de Godinho Lopes, só podemos estar a falar de insanidade, irresponsabilidade, inconsciência. E isto para não apelidar esta gestão de danosa.
Vamos a factos, um prejuízo de 58 milhões é mau. Um prejuízo de 58 numa sociedade que, decorrente da sua actividade normal apenas teve rendimentos de 76 milhões, é péssimo. Significa que a actividade normal do clube é extremamente deficitária e, nem sequer chega para cobrir os custos da sua actividade normal, de cerca de 124 milhões de euros. E ainda faltam aqui juros, impostos, etc. Em qualquer sociedade normal, este números seriam suficientes para a empresa entrar em bancarrota e para haver demissões dos responsáveis. No Futebol Clube do Porto, assobia-se para o lado e diz-se que o prejuízo foi calculado. Agora, tentem ler isto sem se rirem: "a SAD do Porto apresentou um prejuízo maior do que aqueles apresentados pelo Sporting de Godinho Lopes e ainda diz que o fez de propósito". Impossível, não é?

Mas todos nós sabíamos da extraordinária dependência das mais-valias. Todos sabíamos do fair-play financeiro, que não foi cumprido. Os administradores da SAD, têm a obrigação de o saber melhor que nós. Sabendo disto, a SAD optou por investir 75 milhões de euros em passes de atletas (comissões incluídas). Das duas uma, ou os administradores são burros, ou fazem de propósito. Impossível é justificar isto.
Mas há mais, os salários continuam a aumentar. Os gastos com o pessoal ascenderam a 75 milhões de euros. Isto significa que cada ponto conquistado no campeonato custou mais de um milhão de euros. Fabuloso. Depois, somos surpreendidos com negócios com o São Paulo. Se já sabíamos que havíamos vendido Maicon, ficamos a saber que o negócio se fez por 12 milhões de euros. Também sabíamos que, no negócio, havia sido incluído Inácio, um jovem defesa esquerdo, que, segundo o relatório & contas custou 3 milhões por 50% do passe. Se não efetuámos mais nenhum negócio com o São Paulo e na época anterior não devíamos um tostão ao clube brasileiro, como é que devemos 6 milhões?
Enfim, João Pinto disse um dia que "estava à beira do precipício e tomou a decisão correta, dando um passo em frente". Já os administradores da SAD, talvez inspirados pelo regresso do Dragon Ball, estavam à beira do precipício e resolveram saltar, talvez esperando que aparecesse a nuvem mágica. Não apareceu, mas eles acham que sim. Brevemente deve haver uma Assembleia-Geral para votar as contas e o orçamento do clube. Está na altura dos sócios se fazerem ouvir.
Provedor do sócio - para que serve?
Numa das entrevistas que o Presidente Jorge Nuno Pinto da Costa deu ao Porto Canal, anunciou a lista com que se apresentou às eleições do pretérito mês de abril. Nessa entrevista, Pinto da Costa referiu que teve que fazer cortes nessa mesma equipa, uma vez que com a aprovação da última versão dos estatutos do clube foi forçado a reduzir o número de vice-presidentes e directores. No entanto, o Presidente deixou extremamente claro que, mesmo assim, tinha criado um novo pelouro, o de Provedor do sócio, atribuindo a Rodrigo Pinto de Barros uma das direcções do clube, por esse motivo. Na altura, Pinto da Costa defendeu a decisão de criar o provedor do sócio porque sentia que os sócios eram tratados como clientes e que, como tal, esta figura do Provedor seria útil para esbater essa sensação, que, a meu ver, existe de facto.
Posteriormente, a figura do Provedor foi apresentada nos canais de comunicação online do clube. Os seus contactos, a sua missão e as suas tarefas estão disponíveis no site do clube.
Neste sentido, eu, enquanto sócio do Futebol Clube do Porto enviei no passado dia 18 de agosto, um e-mail dirigido ao Provedor, elencando algumas situações que creio que seria importante modificar para melhorar a experiência de ser sócio do Porto e aproximar o clube dos seus associados. Desde essa data, a única resposta que recebi foi uma resposta automática a agradecer o envio da mensagem e... nada mais. Aguardo há um mês uma resposta. Há um mês que espero sentado por uma resposta. Mas nada, um profundo silêncio. Eu preferia receber uma resposta a dizer que eu apenas escrevi barbaridades a este silêncio. Como poderão ler abaixo, na transcrição do e-mail, fui educado, correcto e cordial. Não fui sarcástico, irónico e mordaz, muito menos mal educado ou arrogante. Fica a questão: é assim que o clube quer que os sócios não se sintam tratados como clientes?
Exmo. Sr. Provedor do Sócio do Futebol Clube do Porto,
Neste sentido, eu, enquanto sócio do Futebol Clube do Porto enviei no passado dia 18 de agosto, um e-mail dirigido ao Provedor, elencando algumas situações que creio que seria importante modificar para melhorar a experiência de ser sócio do Porto e aproximar o clube dos seus associados. Desde essa data, a única resposta que recebi foi uma resposta automática a agradecer o envio da mensagem e... nada mais. Aguardo há um mês uma resposta. Há um mês que espero sentado por uma resposta. Mas nada, um profundo silêncio. Eu preferia receber uma resposta a dizer que eu apenas escrevi barbaridades a este silêncio. Como poderão ler abaixo, na transcrição do e-mail, fui educado, correcto e cordial. Não fui sarcástico, irónico e mordaz, muito menos mal educado ou arrogante. Fica a questão: é assim que o clube quer que os sócios não se sintam tratados como clientes?
Exmo. Sr. Provedor do Sócio do Futebol Clube do Porto,
Antes de mais, apresento-me, chamo-me João Ferreira e
sou o sócio XXX do Futebol Clube do Porto. Se bem me recordo, numa das
entrevistas que o Presidente Pinto da Costa deu ao Porto Canal, na qual
anunciou a recandidatura, manifestou o desejo da criação da figura do
provedor do sócio, uma vez que lhe tinha constado que os sócios do
Futebol Clube do Porto eram tratados, e cito, "como clientes".
Eu vou um pouco mais longe, os sócios do Futebol Clube do Porto não
são tratados como clientes, são maltratados como clientes. O clube não
informa ou informa mal, os seus funcionários não sabem esclarecer
dúvidas e o atendimento nas lojas (excluindo a parte de venda de
produtos) é lento e digno de uma qualquer repartição de finanças nos
anos 90.
Para exemplificar, indico algumas situações que me aconteceram
ainda recentemente. Este ano, eu e um conjunto de amigos, que possuíamos
lugares anuais separados, procuramos juntar-nos. Dado a elevada procura
para o sector que pretendíamos, fomos informados que o melhor seria
esperar pelo fim das renovações dos lugares para trocarmos. Assim o
fizemos e, felizmente temos lugares que nos satisfazem. Sucede que houve
três adiamentos na data em que os lugares não renovados iam ser
desbloqueados e para conseguir saber a data exacta e organizar a minha
vida foi necessário recorrer a um amigo de um amigo que conhece alguém
dentro do clube. Se calhar, sem essa informação, continuaríamos
separados. Mais, na pretérita segunda-feira, dirigi-me à loja do
Norteshopping para pagar quotas. A fila era grande, nomeadamente por
causa dos bilhetes para o jogo com a Roma, mas em meia-hora não avancei
na fila. Isto porque a única fila para bilhetes, quotas e demais
serviços estava ocupada com um senhor que protestava porque o débito
directo das quotas não funcionava e, como tal, não podia comprar
bilhetes por ter quotas em atraso. Na caixa ao lado, para venda de
merchandising, um jovem estava desalentado porque queria estampar o nome
do atleta André Silva na camisola acabada de comprar e as letras R, S e
V estavam esgotadas. Em pleno início de temporada, isto é admissível?
Obviamente que ao fim de tanto tempo na fila, desisti e fui para casa.
Por outro lado, e a propósito da venda de bilhetes, ela continua a
ser um problema. A venda ilegal de bilhetes nas imediações do estádio
mantém-se e não se vê qualquer acção do clube no sentido de a evitar.
Estou cansado de ser acossado por indivíduos, e são sempre os mesmos a
perguntar se tenho bilhete e, inclusivamente a tentarem que eu não me
dirija às bilheteiras e lho compre a eles. Tem anos esta situação.
Também já me aconteceu num jogo com bilhetes a 4 euros, não haver
multibanco nem moedas de 1€ para dar troco. Ou um colaborador do clube
anunciar numa página de facebook que determinados bilhetes para um jogo
fora estão à venda e não estarem, etc.
Peço-lhe, Sr. Provedor, que entenda este e-mail como uma crítica
construtiva. Espero que o Sr. seja capaz de corrigir estas gigantescas
lacunas. Não será fácil, reconheço, mas quero acreditar que será
possível.
Com os melhores cumprimentos,
João Ferreira
Depoitre já conhece a famosa estrutura do Porto
Quem, como eu, nasceu nos anos 80, cresceu a ouvir falar na famosa estrutura do Futebol Clube do Porto. A estrutura era uma entidade que incluía todo o staff do clube, desde os olheiros ao departamento legal passando pelo departamento médico e que era encabeçada pelo Presidente Pinto da Costa e que permitia estar sempre um passo à frente da concorrência. Quando as coisas corriam mal, para o portista resolviam-se de forma simples, bastava confiar na estrutura. E, mais tarde ou mais cedo elas resolviam-se. E, como se confirmou, todas as críticas que se faziam a estrutura eram manifestamente exageradas. Foi graças à estrutura que o Porto se livrou de ser suspenso da participação da Champions League, foi graças à estrutura que o Porto se reergueu depois de ter sido severamente ferido por gente da estirpe de Octávio Machado e foi graças à estrutura que o Porto superou o "Estoril Gate" ou o túnel da Luz e voltou ainda mais forte.
Infelizmente, ninguém é eterno e Pinto da Costa, fruto da idade e dos problemas de saúde que o atacaram já não terá a pujança física para gerir o Futebol Clube do Porto como o fazia há uns anos. E isso, não devia, mas está intrinsecamente ligado ao desabamento da estrutura. De facto, à ruinosa gestão financeira que a SAD trouxe para o reino do Dragão, juntou-se nos últimos anos uma péssima gestão desportiva que culminou em três anos de seca. E, pior do que tudo, juntou-se agora a incompetência grosseira, o auto-enxovalho, a derradeira humilhação. O Porto, numa demonstração de um amadorismo indigno de quase 123 anos de história, conseguiu inscrever no playoff da Champions League um atleta, o reforço Depoitre, contratado no limite do prazo de inscrições para a eliminatória com a Roma, que não pode jogar por já ter participado em pré-eliminatórias pelo anterior clube. Brilhante.
Os dirigentes serão, mais ou menos os mesmos de há vários anos para cá. E isto deixa duas hipóteses, ou a estrutura era Pinto da Costa e os restantes elementos já eram incompetentes, ou tornaram-se incompetentes "do nada". De uma forma ou de outra, são todos pagos a peso de ouro para fazerem disparates. Fica a pergunta: o que é que ainda lá estão a fazer?
Obviamente que os adeptos e sócios do Futebol Clube do Porto mereciam um esclarecimento oficial. Mas provavelmente amanhã o Dragões Diário preferirá indicar mais uns links do youtube do que informar os portistas.
Infelizmente, ninguém é eterno e Pinto da Costa, fruto da idade e dos problemas de saúde que o atacaram já não terá a pujança física para gerir o Futebol Clube do Porto como o fazia há uns anos. E isso, não devia, mas está intrinsecamente ligado ao desabamento da estrutura. De facto, à ruinosa gestão financeira que a SAD trouxe para o reino do Dragão, juntou-se nos últimos anos uma péssima gestão desportiva que culminou em três anos de seca. E, pior do que tudo, juntou-se agora a incompetência grosseira, o auto-enxovalho, a derradeira humilhação. O Porto, numa demonstração de um amadorismo indigno de quase 123 anos de história, conseguiu inscrever no playoff da Champions League um atleta, o reforço Depoitre, contratado no limite do prazo de inscrições para a eliminatória com a Roma, que não pode jogar por já ter participado em pré-eliminatórias pelo anterior clube. Brilhante.Os dirigentes serão, mais ou menos os mesmos de há vários anos para cá. E isto deixa duas hipóteses, ou a estrutura era Pinto da Costa e os restantes elementos já eram incompetentes, ou tornaram-se incompetentes "do nada". De uma forma ou de outra, são todos pagos a peso de ouro para fazerem disparates. Fica a pergunta: o que é que ainda lá estão a fazer?
Obviamente que os adeptos e sócios do Futebol Clube do Porto mereciam um esclarecimento oficial. Mas provavelmente amanhã o Dragões Diário preferirá indicar mais uns links do youtube do que informar os portistas.
Tic Tac, Tic Tac, o ano está a acabar
Dentro de pouco mais de 24 horas termina oficialmente a época desportiva 2015/16. Isto significa que falta muito pouco tempo para que as contas da temporada também fechem. E o Porto, que tinha um orçamento para cumprir, ainda tem muito que fazer até o conseguir. Até lá, será necessário fazer muitos milhões em mais-valias resultantes da venda de jogadores. O número, ao certo, ninguém fora da SAD sabe, mas serão pelo menos 40, 50 ou 60 milhões. Muito dinheiro.
Se o Porto não vender até amanhã, apresentará mais um prejuízo de dimensões tristemente épicas. As consequências é que serão catastróficas. Com um prejuízo superior a 8 milhões, o Porto não cumprirá o fair-play financeiro e, não o cumprindo, ficará sobre a alçada da UEFA. A punição, algo imprevisível, poderá ir de uma redução do número de jogadores a ser inscritos nas provas europeias até à total suspensão de participação nestas, tal como aconteceu com o Galatasaray.
Amanhã deverá ser, infelizmente, um dia muito animado para os lados do Dragão, a fazer lembrar o último dia do mercado de transferências. Para fazer as dezenas de milhões de mais-valias necessárias, e dado que poucos são os atletas cujo passe nos pertence na totalidade, serão necessárias três ou quatro vendas, a não ser que alguém ofereça 50 milhões por um jovem da nossa formação. Teremos mais um plantel desmantelado. Esperemos que seja o último, ou Pinto da Costa terá mentido na última entrevista que deu.
Independentemente do que suceda amanhã, uma coisa é absolutamente certa. Só chegamos a este ponto devido à gestão financeira ruinosa dos últimos anos, área onde tem grassado a incompetência, o desvario e o clientelismo. Fernando Gomes deveria preocupar-se mais em gerir as finanças da SAD e menos em tratar das finanças de familiares de dirigentes. Ficávamos todos a ganhar. Todos menos os benfiquistas, os sportinguistas e os familiares dos dirigentes.
Se o Porto não vender até amanhã, apresentará mais um prejuízo de dimensões tristemente épicas. As consequências é que serão catastróficas. Com um prejuízo superior a 8 milhões, o Porto não cumprirá o fair-play financeiro e, não o cumprindo, ficará sobre a alçada da UEFA. A punição, algo imprevisível, poderá ir de uma redução do número de jogadores a ser inscritos nas provas europeias até à total suspensão de participação nestas, tal como aconteceu com o Galatasaray.
Amanhã deverá ser, infelizmente, um dia muito animado para os lados do Dragão, a fazer lembrar o último dia do mercado de transferências. Para fazer as dezenas de milhões de mais-valias necessárias, e dado que poucos são os atletas cujo passe nos pertence na totalidade, serão necessárias três ou quatro vendas, a não ser que alguém ofereça 50 milhões por um jovem da nossa formação. Teremos mais um plantel desmantelado. Esperemos que seja o último, ou Pinto da Costa terá mentido na última entrevista que deu.Independentemente do que suceda amanhã, uma coisa é absolutamente certa. Só chegamos a este ponto devido à gestão financeira ruinosa dos últimos anos, área onde tem grassado a incompetência, o desvario e o clientelismo. Fernando Gomes deveria preocupar-se mais em gerir as finanças da SAD e menos em tratar das finanças de familiares de dirigentes. Ficávamos todos a ganhar. Todos menos os benfiquistas, os sportinguistas e os familiares dos dirigentes.
Época nova, vícios antigos
O Futebol Clube do Porto iniciou hoje a preparação para a nova temporada. Este texto, e ao contrário do que seria expectável, não se debruçará sobre a equipa principal, mas sim sobre a equipa B. Discretamente, sem qualquer anúncio formal, surgiram no primeiro dia 3 reforços para a equipa
liderada por Luís Castro. Um jovem vindo da Académica, António Xavier, cuja contratação já era falada há alguns meses e dois miúdos brasileiros, Danilo e Galeno, provenientes de um clube da terceira divisão do Brasil, o Grémio Anápolis.
Estes dois brasileiros são mais dois a juntar a uma imensidão de jovens vindos do país-irmão, e que, invariavelmente, passam com pouco relevo na nossa equipa B. De entre alguns com um mínimo destaque, casos de Sebá, Dellatorre ou Rodrigo (o primeiro a ficar mais do que uma temporada), há outros dos quais a maioria dos adeptos nunca terá ouvido falar ou já nem se lembra que existem, casos de Victor Luís, Diogo Mateus, Enrick Santos e os dois Andersons, fora os que passaram umas férias na equipa junior. O que é evidente é que esta política não tem tido resultados. Nenhum dos jogadores contratados nestas condições tem mostrado talento para um dia ser jogador da equipa principal e alguns deles nem para jogar na equipa B têm mostrado capacidades.
Não conheço os dois atletas agora contratados. Espero que sejam dois craques. Seria sinal que se tinha, finalmente, acertado. À 10ª tentativa, já não era sem tempo.
Por fim, convém verificar que tipo de clube é o Grémio Anápolis. É um clube recente, da terceira divisão brasileira, que tem sido um viveiro de jogadores para vários clubes brasileiros. Curiosamente, o dono do clube chama-se António Teixeira. Esse mesmo, o empresário que aconselhou o Porto a renovar com o atleta André Silva e ganhou uma fortuna com isso.
Estes dois brasileiros são mais dois a juntar a uma imensidão de jovens vindos do país-irmão, e que, invariavelmente, passam com pouco relevo na nossa equipa B. De entre alguns com um mínimo destaque, casos de Sebá, Dellatorre ou Rodrigo (o primeiro a ficar mais do que uma temporada), há outros dos quais a maioria dos adeptos nunca terá ouvido falar ou já nem se lembra que existem, casos de Victor Luís, Diogo Mateus, Enrick Santos e os dois Andersons, fora os que passaram umas férias na equipa junior. O que é evidente é que esta política não tem tido resultados. Nenhum dos jogadores contratados nestas condições tem mostrado talento para um dia ser jogador da equipa principal e alguns deles nem para jogar na equipa B têm mostrado capacidades.
Não conheço os dois atletas agora contratados. Espero que sejam dois craques. Seria sinal que se tinha, finalmente, acertado. À 10ª tentativa, já não era sem tempo.
Por fim, convém verificar que tipo de clube é o Grémio Anápolis. É um clube recente, da terceira divisão brasileira, que tem sido um viveiro de jogadores para vários clubes brasileiros. Curiosamente, o dono do clube chama-se António Teixeira. Esse mesmo, o empresário que aconselhou o Porto a renovar com o atleta André Silva e ganhou uma fortuna com isso.
40 milhões de impostos
Na entrevista de segunda-feira passada ao Porto Canal, o presidente do Futebol Clube do Porto, Pinto da Costa declarou que o clube, no ano de 2015 pagou cerca de 40 milhões de impostos e, de acordo com os dados publicados hoje num comunicado no site do clube, não mentiu. O Porto efectivamente teve de transferir para os cofres do Estado exactamente 40.907.899,99 euros, distribuídos da seguinte forma:
IRS: 28.344.438,54 euros
IRC (Pagamento Especial por Conta): 151.977,57
IRC (Pagamento por Conta): 37.710.00
IRC (Autoliquidação): 1.283.385,90
Segurança Social empresa: 5.682.362,67
Segurança Social trabalhador: 2.159.005,67
IVA: 3.249.019,64 (saldo entre IVA liquidado e IVA dedutível, logo encargo fiscal do FC Porto)
O referido comunicado surgiu em resposta a um pertinente comentário do ex-administrador Angelino Ferreira que dizia que parte substancial desses impostos eram pagos em substituição de terceiros e que, portanto, não eram custo do clube. E, pasme-se, também não mentiu.
A única coisa errada nisto tudo são as esfarrapadas desculpas inscritas no comunicado para atacar os comentários de Angelino Ferreira. Vejamos, o Porto efectivamente pagou os 40 milhões. Pinto da Costa falou a verdade. O dinheiro saiu dos cofres do clube e entrou nos do Estado. Facto. Mas a verdade é que, muitos desses impostos eram devidos por terceiros e, nalguns, o Porto até os cobra a terceiros para os posteriormente entregar ao Estado.
Vamos por partes: a maior fatia do bolo é o IRS. Arroga-se quem escreveu o comunicado de dizer que o IRS é custo do clube. Independentemente da desculpa dada, não cabe na cabeça de ninguém assumir que um imposto que se chama Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares incida sobre uma pessoa colectiva. Se o Porto opta por assumir o risco de variações fiscais ao garantir um rendimento líquido aos seus colaboradores, o problema é seu. Não é por isso que o imposto passa a incidir sobre o clube. O mesmo para a Segurança Social da parte do trabalhador.
Relativamente ao IVA a desculpa é ainda mais esfarrapada. O IVA, como Angelino Ferreira bem disse é um imposto neutro para as empresas. No fundo, e de forma simplificada, as empresas têm direito a recuperar o IVA que pagam a terceiros e têm de entregar o IVA que cobram aos seus clientes. No fundo, o IVA que o Porto entrega ao Estado é aquele IVA que nós, humildes adeptos e sócios pagamos de cada vez que adquirimos um bilhete ou um produto nas lojas do clube, ou que os patrocinadores pagam ao Porto de cada que o clube lhes factura os patrocínios. Há apenas duas excepções genéricas a esta regra: as entidades sem fins lucrativos, caso do clube, não podem recuperar o IVA que pagam aos seus fornecedores, mas todos sabemos que o grosso do imposto se deve à actividade da SAD, e há alguns encargos cujo IVA também não é recuperável. Para além da gasolina, incluem-se aqui os bens de luxo, como viaturas ligeiras de passageiros, tabaco, álcool, barcos ou aviões, etc. Se porventura alguém no Porto considera que anda a suportar muito IVA, talvez seja boa ideia rever a forma como anda a gastar o dinheiro.
Ou seja, e resumidamente, embora o Porto entregue efectivamente muito dinheiro ao Estado, como disse Pinto da Costa, a maior parte não é um encargo seu, mas sim de terceiros, como afirmou Angelino Ferreira. No fundo, o que era desejável era que o Porto se deixasse de discussões imbecis e estéreis e se preocupasse com os verdadeiros inimigos do clube, que não são os sócios nem os seus adeptos.
Por fim, deixo uma dica, quando o clube se desejar queixar dos impostos que paga, eu deixo aqui um conjunto deles que foram ignorados no comunicado (o montante será necessariamente menor, mas são efectivamente gasto do clube), e que, em grande parte incidirão sobre o clube e a SAD: Imposto do selo, IMI, Imposto Único de Circulação ou imposto sobre os produtos petrolíferos. Para que da próxima o trabalho seja melhor feito.
IRS: 28.344.438,54 euros
IRC (Pagamento Especial por Conta): 151.977,57
IRC (Pagamento por Conta): 37.710.00
IRC (Autoliquidação): 1.283.385,90
Segurança Social empresa: 5.682.362,67
Segurança Social trabalhador: 2.159.005,67
IVA: 3.249.019,64 (saldo entre IVA liquidado e IVA dedutível, logo encargo fiscal do FC Porto)
O referido comunicado surgiu em resposta a um pertinente comentário do ex-administrador Angelino Ferreira que dizia que parte substancial desses impostos eram pagos em substituição de terceiros e que, portanto, não eram custo do clube. E, pasme-se, também não mentiu.
A única coisa errada nisto tudo são as esfarrapadas desculpas inscritas no comunicado para atacar os comentários de Angelino Ferreira. Vejamos, o Porto efectivamente pagou os 40 milhões. Pinto da Costa falou a verdade. O dinheiro saiu dos cofres do clube e entrou nos do Estado. Facto. Mas a verdade é que, muitos desses impostos eram devidos por terceiros e, nalguns, o Porto até os cobra a terceiros para os posteriormente entregar ao Estado.
Vamos por partes: a maior fatia do bolo é o IRS. Arroga-se quem escreveu o comunicado de dizer que o IRS é custo do clube. Independentemente da desculpa dada, não cabe na cabeça de ninguém assumir que um imposto que se chama Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares incida sobre uma pessoa colectiva. Se o Porto opta por assumir o risco de variações fiscais ao garantir um rendimento líquido aos seus colaboradores, o problema é seu. Não é por isso que o imposto passa a incidir sobre o clube. O mesmo para a Segurança Social da parte do trabalhador.
Relativamente ao IVA a desculpa é ainda mais esfarrapada. O IVA, como Angelino Ferreira bem disse é um imposto neutro para as empresas. No fundo, e de forma simplificada, as empresas têm direito a recuperar o IVA que pagam a terceiros e têm de entregar o IVA que cobram aos seus clientes. No fundo, o IVA que o Porto entrega ao Estado é aquele IVA que nós, humildes adeptos e sócios pagamos de cada vez que adquirimos um bilhete ou um produto nas lojas do clube, ou que os patrocinadores pagam ao Porto de cada que o clube lhes factura os patrocínios. Há apenas duas excepções genéricas a esta regra: as entidades sem fins lucrativos, caso do clube, não podem recuperar o IVA que pagam aos seus fornecedores, mas todos sabemos que o grosso do imposto se deve à actividade da SAD, e há alguns encargos cujo IVA também não é recuperável. Para além da gasolina, incluem-se aqui os bens de luxo, como viaturas ligeiras de passageiros, tabaco, álcool, barcos ou aviões, etc. Se porventura alguém no Porto considera que anda a suportar muito IVA, talvez seja boa ideia rever a forma como anda a gastar o dinheiro.
Ou seja, e resumidamente, embora o Porto entregue efectivamente muito dinheiro ao Estado, como disse Pinto da Costa, a maior parte não é um encargo seu, mas sim de terceiros, como afirmou Angelino Ferreira. No fundo, o que era desejável era que o Porto se deixasse de discussões imbecis e estéreis e se preocupasse com os verdadeiros inimigos do clube, que não são os sócios nem os seus adeptos.
Por fim, deixo uma dica, quando o clube se desejar queixar dos impostos que paga, eu deixo aqui um conjunto deles que foram ignorados no comunicado (o montante será necessariamente menor, mas são efectivamente gasto do clube), e que, em grande parte incidirão sobre o clube e a SAD: Imposto do selo, IMI, Imposto Único de Circulação ou imposto sobre os produtos petrolíferos. Para que da próxima o trabalho seja melhor feito.
Democracia eleitoral
Decorreu ontem mais um acto eleitoral do Futebol Clube do Porto. A lista única foi, obviamente, legitimada nas urnas, num acto eleitoral que decorreu de forma ordeira. No entanto, há alguns factos que merecem destaque.
Desde logo, o resultado. Pinto da Costa teve a votação mais baixa desde que foi eleito pela primeira vez, em 1982. Pelo meio, mesmo em eleições com adversários, conseguiu mais que os 79% de ontem. Sintomático do momento em que o clube vive. E que ninguém se acredite na patranha dos votos com mensagens de apoio que serviu de justificação para a elevada percentagem de votos nulos. Se nas anteriores eleições, que decorreram nos mesmos moldes, Pinto da Costa ganhou com 99% dos votos, ninguém se acredita que houve assim tantos sócios que ficaram burros de repente e se puseram a escrever mensagens de apoio, sem saber que isso inutilizava o voto.
Depois, a tremenda falta de democracia que marcou todo o acto eleitoral, embora não inviabilize a legitimidade do mesmo. Desde logo, o regulamento eleitoral e os estatutos do clube foram violados durante o dia todo. O voto não foi secreto. Não havia um local resguardado onde os sócios votantes pudessem tomar a sua decisão tranquilamente. Quem não quisesse votar na lista única era forçado a riscar o boletim de voto numas reles mesas de café à vista de toda a gente. Imagine-se que, alguém mal intencionado resolvia "marcar" quem tomasse determinada decisão de voto, fosse votar na lista de Pinto da Costa ou nulo. Podiam ter acontecido situações lamentáveis que, felizmente, não ocorreram.
Seguidamente, tudo foi feito para que os sócios tomassem determinado sentido de voto. Desde as simpáticas e gentis meninas que convidavam os sócios a depositarem de imediato os votos na urna, representando esses boletins votos na lista única, em vez de informarem os eleitores de todas as opções disponíveis, até ao papel azul bem escuro e com brilho dos boletins que dificultou imensamente todas as tentativas de o tornar nulo, até à inexistência de canetas fornecidas pelo clube. Valeu tudo.
Mas pior ainda foi haver indivíduos, com o presidente Pinto da Costa à cabeça que optaram por passar grande parte do seu dia plantados na assembleia de voto. Em lado nenhum, num processo democrático, a assembleia de voto é um local de tertúlia e de convívio. Em países civilizados e democráticos, ninguém, muito menos pessoas das listas candidatas ficam na assembleia de voto a assistir ao processo eleitoral. Não se vê isso em eleições presidenciais, legislativas, autárquicas, referendos, etc. As pessoas votam e saem. Ponto final.
Por fim, e em mais um momento digno de uma democracia à moda da Venezuela ou da União Soviética, fomos presenteados com umas brilhantes declarações do presidente da assembleia eleitoral, Fernando Sardoeira Pinto, filho do histórico presidente da Assembleia-Geral do FC Porto, com o mesmo nome, que se deu ao luxo de alvitrar que votos com a inscrição "Acorda Porto" podiam ser considerados votos de incentivo e considerados como válidos. Isto pressupõe a possibilidade de uma afinação de votos que é vergonhosa e deixaria Hugo Chavez. A propósito, a rua em homenagem ao ditador venezuelano não devia ser na Amadora mas sim nas Antas.
Desde logo, o resultado. Pinto da Costa teve a votação mais baixa desde que foi eleito pela primeira vez, em 1982. Pelo meio, mesmo em eleições com adversários, conseguiu mais que os 79% de ontem. Sintomático do momento em que o clube vive. E que ninguém se acredite na patranha dos votos com mensagens de apoio que serviu de justificação para a elevada percentagem de votos nulos. Se nas anteriores eleições, que decorreram nos mesmos moldes, Pinto da Costa ganhou com 99% dos votos, ninguém se acredita que houve assim tantos sócios que ficaram burros de repente e se puseram a escrever mensagens de apoio, sem saber que isso inutilizava o voto.
| Ao fundo uma das mesas onde os sócios podiam decidir o seu voto @OJogo |
Seguidamente, tudo foi feito para que os sócios tomassem determinado sentido de voto. Desde as simpáticas e gentis meninas que convidavam os sócios a depositarem de imediato os votos na urna, representando esses boletins votos na lista única, em vez de informarem os eleitores de todas as opções disponíveis, até ao papel azul bem escuro e com brilho dos boletins que dificultou imensamente todas as tentativas de o tornar nulo, até à inexistência de canetas fornecidas pelo clube. Valeu tudo.
Mas pior ainda foi haver indivíduos, com o presidente Pinto da Costa à cabeça que optaram por passar grande parte do seu dia plantados na assembleia de voto. Em lado nenhum, num processo democrático, a assembleia de voto é um local de tertúlia e de convívio. Em países civilizados e democráticos, ninguém, muito menos pessoas das listas candidatas ficam na assembleia de voto a assistir ao processo eleitoral. Não se vê isso em eleições presidenciais, legislativas, autárquicas, referendos, etc. As pessoas votam e saem. Ponto final.
Por fim, e em mais um momento digno de uma democracia à moda da Venezuela ou da União Soviética, fomos presenteados com umas brilhantes declarações do presidente da assembleia eleitoral, Fernando Sardoeira Pinto, filho do histórico presidente da Assembleia-Geral do FC Porto, com o mesmo nome, que se deu ao luxo de alvitrar que votos com a inscrição "Acorda Porto" podiam ser considerados votos de incentivo e considerados como válidos. Isto pressupõe a possibilidade de uma afinação de votos que é vergonhosa e deixaria Hugo Chavez. A propósito, a rua em homenagem ao ditador venezuelano não devia ser na Amadora mas sim nas Antas.
Acorda Porto!
Acorda Porto
Acorda, Porto!Acorde, Senhor Presidente!
Acordem, Sócios!
ACORDA, PORTO!
É tempo de eleições!
É tempo de ACORDAR!
Ou o F.C. Porto muda ou regressaremos aos anos em que temíamos atravessar a ponte, sempre que tínhamos de jogar a sul.
É tempo de ACORDAR!
Ou o F.C. Porto muda ou regressaremos aos anos em que temíamos atravessar a ponte, sempre que tínhamos de jogar a sul.
ACORDA, PORTO!
Estamos convictos de que é com o nosso
Presidente que vamos dar a volta mas as questões impõem-se: O que mudou?
Porque se perderam referências? Por que é que o nosso Presidente deixou
de falar? Onde está a mão de ferro? Onde está a coragem de mandar um
berro no balneário ou um “chega para lá”, aos rivais? Onde está a voz do
Norte?
ACORDA, PORTO!
Somos ADEPTOS e somos SÓCIOS.
Amamos este clube, desde que nos conhecemos por gente.
Não acreditamos nas “aparências” do “está tudo bem e estamos todos de acordo com a direcção”.
Defendemos o CLUBE e não meia-dúzia de pessoas que se APROVEITAM DO CLUBE!
Amamos este clube, desde que nos conhecemos por gente.
Não acreditamos nas “aparências” do “está tudo bem e estamos todos de acordo com a direcção”.
Defendemos o CLUBE e não meia-dúzia de pessoas que se APROVEITAM DO CLUBE!
ACORDA, PORTO!
Queremos VITÓRIAS!
Queremos TÍTULOS!
Queremos ALMA E RAÇA, dentro e fora do campo!
Queremos JOGADORES À PORTO!
Queremos TÍTULOS!
Queremos ALMA E RAÇA, dentro e fora do campo!
Queremos JOGADORES À PORTO!
ACORDA, PORTO!
VAMOS ACORDAR… POR UM PORTO À PORTO!
O QUE SE PRETENDE COM ESTA AÇÃO?
Com o “Acorda Porto” pretendemos demonstrar que, apesar de sermos reconhecidos ao Presidente, Jorge Nuno Pinto da Costa, por todos os sucessos que granjeamos ao longo de mais de 30 anos, não estamos satisfeitos com o momento atual do clube e que é necessária uma inversão do rumo dos acontecimentos.
Assim, sugerimos a todos os associados do F.C. Porto que se identifiquem com esta visão, que nestas eleições façam sentir essa mesma insatisfação, fazendo um VOTO NULO (de protesto), com a inscrição no BOLETIM DE VOTO das palavras ACORDA PORTO!
Sabemos, que o Presidente Jorge Nuno Pinto da Costa, continuará a ser o nosso Presidente mas queremos que ele também saiba que os ADEPTOS e SÓCIOS do F.C. Porto, querem uma mudança de atitude.
José Fontelas Gomes, o novo Vítor Pereira
José Fontelas Gomes, actual presidente da APAF, anunciou, nos últimos dias, a sua candidatura ao Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa Futebol, perfilando-se assim, uma vez que, para já, não há mais candidatos, como o provável sucessor de Vítor Pereira. E a palavra sucessor encaixa na perfeição, não só porque Fontelas Gomes vai suceder a Vítor Pereira, mas também porque o registo será, certamente o mesmo.
De facto, hoje, foi noticiado por diversos jornais desportivos o apoio de onze homens do apito, cujo nome aqui replicamos: João Capela, Jorge Sousa, Carlos Xistra, João Pinheiro, Bruno Paixão, Jorge Ferreira, Luís Ferreira, Manuel Mota, Manuel Oliveira, Vasco Santos e Nuno Bogalho.

Atentem em 5 dos 11 nomes: Capela, Xistra, Paixão, Jorge Ferreira e Manuel Mota. Cinco árbitros associados ao que é o domínio benfiquista da arbitragem declaram apoio inequívoco a Fontelas Gomes. Cinco árbitros que jogo após jogo beneficiam o Benfica e prejudicam os seus rivais. Cinco dos principais actores desse triste filme que é o Colinho.
Com José Fontelas Gomes será mais do mesmo. O presidente da APAF que só sai em defesa dos árbitros quando isso convém ao Benfica, arrisca-se a ser o novo presidente do Conselho de Arbitragem e nós corremos o sério risco de mais uns anos de palhaçada, pouca vergonha e colinho.
Competiria aos dirigentes do Futebol Clube do Porto identificar este problema e dar a cara para o combater. Denunciar e apresentar uma alternativa credível e isenta que conseguisse congregar muitos apoios. Uma dica, a newsletter não conta. Não tem impacto mediático e não faz notícia nos Telejornais. Urge que quem manda no Porto faça ouvir a sua voz. Caso contrário teremos que levar José Fontelas Gomes, 2º rei do Conselho de Arbitragem, da dinastia Vieira.
De facto, hoje, foi noticiado por diversos jornais desportivos o apoio de onze homens do apito, cujo nome aqui replicamos: João Capela, Jorge Sousa, Carlos Xistra, João Pinheiro, Bruno Paixão, Jorge Ferreira, Luís Ferreira, Manuel Mota, Manuel Oliveira, Vasco Santos e Nuno Bogalho.
Atentem em 5 dos 11 nomes: Capela, Xistra, Paixão, Jorge Ferreira e Manuel Mota. Cinco árbitros associados ao que é o domínio benfiquista da arbitragem declaram apoio inequívoco a Fontelas Gomes. Cinco árbitros que jogo após jogo beneficiam o Benfica e prejudicam os seus rivais. Cinco dos principais actores desse triste filme que é o Colinho.
Com José Fontelas Gomes será mais do mesmo. O presidente da APAF que só sai em defesa dos árbitros quando isso convém ao Benfica, arrisca-se a ser o novo presidente do Conselho de Arbitragem e nós corremos o sério risco de mais uns anos de palhaçada, pouca vergonha e colinho.
Competiria aos dirigentes do Futebol Clube do Porto identificar este problema e dar a cara para o combater. Denunciar e apresentar uma alternativa credível e isenta que conseguisse congregar muitos apoios. Uma dica, a newsletter não conta. Não tem impacto mediático e não faz notícia nos Telejornais. Urge que quem manda no Porto faça ouvir a sua voz. Caso contrário teremos que levar José Fontelas Gomes, 2º rei do Conselho de Arbitragem, da dinastia Vieira.
A falta de vergonha dá nisto
Será mais uma época em que pouco, ou provavelmente, nada se ganhará. Mas os principais responsáveis continuam sem dar a cara e sem assumir nada. Esses mesmos são os que vão continuar à frente do clube e da SAD por mais uns anos e não parece que queiram mudar as politicas que têm vindo a implementar no clube.
Nesta altura em que muito se fala de comissões e pouco se fala em títulos, devia-se falar também em falta de vergonha. Nós só queremos que vocês venham dar a cara, por nós adeptos e sócios, que ficamos envergonhados e com a semana estragada cada vez que este tipo de resultados acontece.
Tenham vergonha pelas últimas épocas, tenham vergonha pelo que andam a fazer e tenham vergonha de não estarem a ser capazes de mostrar que vamos mudar de rumo num futuro próximo.
Este foi o 11 titular que não teve vergonha de perder em casa com o Tondela, último classificado da I Liga.

Este é o treinador que não teve vergonha de perder em casa com o Tondela, último classificado da I Liga e ainda dizer isto no final do jogo.
Estes são os senhores responsáveis pela SAD e clube que estão mais preocupados em ganhar o seu dinheiro do que ter vergonha e assumir responsabilidades pela gestão danosa que andam a fazer do clube. E que também não têm vergonha de ter perdido em casa com o Tondela, último classificado da I Liga.
Para finalizar, fica aqui um link, para uma página de adeptos do FCP onde tem um vídeo de opinião do senhor Manuel Serrão e que expressa a opinião da larga maioria dos portistas neste momento.
Ah, e senhor presidente não precisa de vir com bocas sarcásticas ou irónicas como aquelas que usou na passada semana sobre os vouchers, é que esse tema já tinha passado de validade há uns meses e não lhe fica bem andar assim tão desactualizado.
E noutros tempos, os adeptos das claques tinham destas reacções, mas isso era quando os interesses não eram outros.
Nesta altura em que muito se fala de comissões e pouco se fala em títulos, devia-se falar também em falta de vergonha. Nós só queremos que vocês venham dar a cara, por nós adeptos e sócios, que ficamos envergonhados e com a semana estragada cada vez que este tipo de resultados acontece.
Tenham vergonha pelas últimas épocas, tenham vergonha pelo que andam a fazer e tenham vergonha de não estarem a ser capazes de mostrar que vamos mudar de rumo num futuro próximo.
Este foi o 11 titular que não teve vergonha de perder em casa com o Tondela, último classificado da I Liga.

Este é o treinador que não teve vergonha de perder em casa com o Tondela, último classificado da I Liga e ainda dizer isto no final do jogo.
Estes são os senhores responsáveis pela SAD e clube que estão mais preocupados em ganhar o seu dinheiro do que ter vergonha e assumir responsabilidades pela gestão danosa que andam a fazer do clube. E que também não têm vergonha de ter perdido em casa com o Tondela, último classificado da I Liga.
Para finalizar, fica aqui um link, para uma página de adeptos do FCP onde tem um vídeo de opinião do senhor Manuel Serrão e que expressa a opinião da larga maioria dos portistas neste momento.
Ah, e senhor presidente não precisa de vir com bocas sarcásticas ou irónicas como aquelas que usou na passada semana sobre os vouchers, é que esse tema já tinha passado de validade há uns meses e não lhe fica bem andar assim tão desactualizado.
E noutros tempos, os adeptos das claques tinham destas reacções, mas isso era quando os interesses não eram outros.
Uma máquina de propaganda bem oleada
Há coisas que todos os dias ainda espantam na comunicação social portuguesa, mas certamente que a máquina de propaganda do Benfica, certamente que não é uma delas.
Estes são alguns exemplos do que se foi fazendo nos últimos a propósito da primeira internacionalização do novo melhor do mundo, segundo quase todos os benfiquistas que por aí andam.
Estes são alguns exemplos do que se foi fazendo nos últimos a propósito da primeira internacionalização do novo melhor do mundo, segundo quase todos os benfiquistas que por aí andam.
Estas imagens são das capas do dia de ontem de dois pasquins da Cofina, Record e CM.

Isto está nas capas de hoje do jornal A Bola e do Record.
Isto não está em lado nenhum na comunicação social, mas é possível ver que o "menino" que foi abraçar o Renato Super Star é atleta do clube de Carnide, mas será tudo uma coincidência certamente.
Tudo isto ajuda a provar como é fácil o clube de Carnide ter estas estrelas, com a ajuda e impulso dado pela comunicação social de Lisboa.
Contudo, a alguma qualidade do Renato não está em causa, é um jovem com talento e que trabalhado poderá vir a ser um bom médio. Mas obviamente que não é o que fazem dele.
E muito do jogador que é, passa pela impunidade que leva dentro de campo no nosso campeonato, especialmente ao jogadores do benfica.

Isto está nas capas de hoje do jornal A Bola e do Record.
Isto não está em lado nenhum na comunicação social, mas é possível ver que o "menino" que foi abraçar o Renato Super Star é atleta do clube de Carnide, mas será tudo uma coincidência certamente.
Tudo isto ajuda a provar como é fácil o clube de Carnide ter estas estrelas, com a ajuda e impulso dado pela comunicação social de Lisboa.
Contudo, a alguma qualidade do Renato não está em causa, é um jovem com talento e que trabalhado poderá vir a ser um bom médio. Mas obviamente que não é o que fazem dele.
E muito do jogador que é, passa pela impunidade que leva dentro de campo no nosso campeonato, especialmente ao jogadores do benfica.








